Lipes Blog
24abr/100

China ganha versão exclusiva de Lamborghini

É a Lamborghini com tudo na China! A empresa tem contemplado um bom crescimento no país,e para celebrar esse aumento,eles resolveram lançar uma versão exclusiva para o povo chinês,são apenas apenas 10 unidades dessa máquina,quem é ele? O Murcièlago LP 670-44 Super Veloce China Limited Edition.Pintura cinza com uma faixa alaranjada no meio do carro, como se estivesse cortando a carroceria de fibra de carbono.Será lançado no Salão de Pequim, que vai até o próximo dia 5 de maio.

Todos os carros terão uma plaqueta de idenificação no interior, com o número de fábrica e o nome do proprietário. O conjunto mecânico vem com motor V12 6.5 litros de 670 cavalos, potência para acelerar de 0 a 100 km/h em meros 3,2 segundos e atingir 337 km/h, segundo a fabricante. Nessa versão SV, houve uma diminuição de 100 kg em relação às demais versões do Murcièlago e um aumento da pressão aerodinâmica para garantir boa estabilidade nas curvas, mesmo em velocidades mais altas.

Fonte: Revista Auto Esporte

4mar/101

Carros com as tecnologias mais avançadas da indústria automobilística

Aqui estão eles os grandes projetos da indústria automobilística,por enquanto muitos deles, para não falar todos, jamais sentirão o gostinho dos buracos no asfalto de uma rua normal, de tomar uma multa ou de espirrar àgua nas pessoas que estão esperando ônibus. Eles são frutos dos delírios mais futuristas de projetistas. São os conceitos. Perfeitos. Impossíveis. E, acima de tudo, maravilhosos. A seguir, uma seleção com alguns desses sonhos motorizados que estão sendo expostos no Salão Internacional do Automóvel em Genebra.

Alfa-Romeo Pandion

NVL Quant

Sbarro Autobau

Opel Flextreme GTE 630

Toyota Hybrid X

Hispano Suiza

Fonte: Info

8fev/100

Tuning em alto estilo

Todos sabem que tuning ou os chamados carros tunados são aqueles veículos personalizáveis não só em sua aparência, como também na parte do motor e tal,e é falando nisso que resolvemos colocar aqui pra vocês um carro tunado que é sucesso por onde passa arrancando olhares e talvez até gargalhadas rss.Dêem uma olhadinha.

23nov/092

Conheça mais sobre os carros híbridos

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Quem nunca sonhou em ter um desses,menos poluentes,menos barulho e muitas outras vantagens? É pessoal esses carros do futuro são bastante inovadores,eles ainda continuarão sendo feitos de metal,também aquele espaço para as compras no porta-malas e o abastecimento tanto no posto de combustível como numa tomada. Esse carro será mais eficiente e silencioso, e poluirá menos do que os modelos atuais. Esses carros híbridos, que combinam motor elétrico com outro a combustão, começaram a ser fabricados há cerca de dez anos, mas ainda estão longe de se tornar populares. Em países como os Estados Unidos, eles disputam o mercado com modelos de todas as categorias. Mas seu preço ainda é 30% mais alto que o dos veículos convencionais, o que limita seu comércio. Agora, uma nova onda de híbridos está a caminho e essa categoria de carros tende a se popularizar na próxima década.

Toyota Prius e Honda Insight são exemplos dessa realidade. Ambos já ultrapassaram a marca de 1 milhão de unidades vendidas ao redor do mundo. Além dos nipônicos, praticamente todas as grandes montadoras trabalham com modelos que combinam motores elétricos e a combustão. Chevrolet Volt, Ford Fusion, Peugeot Prologue, Renault Ondelios, Nissan Leaf e o futurista BMW Vision são apenas alguns exemplos de uma lista interminável de híbridos que estão ou que estarão rodando nas ruas em breve.

Nem a crise financeira atrapalha a tendência de crescimento dessa lista. Em agosto passado, o presidente Barack Obama liberou subsídios equivalentes a 2,4 bilhões de dólares para que Ford, GM, Chrysler e outras 45 companhias desenvolvam carros elétricos e baterias. A meta de Obama é ver 1 milhão de veículos híbridos nas ruas americanas até 2015. Em uma perspectiva mundial, nem será preciso esperar tanto. Em 2013 terão sido vendidos 4,5 milhões de carros híbridos, de acordo com a consultoria Free-donia Group. Boa parte dessa explosão de vendas acontecerá na China. O governo chinês pretende elevar a produção do país de 2,1 mil para 500 mil híbridos nos próximos três anos.

Outro impulso para a invasão dos híbridos é o aparecimento de novas montadoras, mais criativas e ágeis. Nos Estados Unidos, os destaques são os esportivos elétricos das novatas Fisker e Tesla, ambos com visual e desempenho comparáveis aos de Ferraris e Lamborghinis. Na China, oito montadoras já apresentaram protótipos de novos modelos híbridos.

Freada no desperdício

Apenas 30% da gasolina consumida por um carro convencional é realmente gasta na tarefa de fazê-lo se mover. Todo o restante da energia é dissipado na forma de calor gerado na combustão, pelo atrito da transmissão e pelo acionamento de equipamentos como bomba de combustível e ar-condicionado. São nesses 70% de desperdício que os híbridos podem fazer a diferença. Com um par de motores, esses carros usam a energia elétrica sempre que possível. O combustível passa a ser queimado de forma mais econômica e racional. A energia elétrica pode vir da força reconvertida durante a frenagem, do calor da combustão e até mesmo do impacto gerado pelos amortecedores.

Já comuns nos modelos híbridos, os freios regenerativos transformam a energia cinética do carro em eletricidade. O próprio motor elétrico reduz a velocidade do carro enquanto gera eletricidade. Todo o processo é gerenciado automaticamente por software. E outras soluções estão a caminho. A BMW já possui uma tecnologia para armazenar o calor gerado pela combustão e usá-lo como fonte de energia para os dispositivos elétricos dos seus carros.

Outro projeto nessa linha são os amortecedores inteligentes. Patenteado por especialistas da Tufts University, de Massachusetts, o sistema usa o sobe e desce das rodas para converter energia. A cada curva, quando os amortecedores usam força para empurrar o carro para cima, um pequeno gerador é acionado e depois transmite a energia a uma bateria. Quanto maior o peso do veículo, mais energia é gerada. Dessa forma, o sistema poderia aumentar a autonomia de ônibus, caminhonetes e caminhões híbridos.

A curva do preço

“É muito caro. Não existem tantos idiotas para comprar isso”, disse Johan de Nysschen, presidente da Audi dos Estados Unidos, ao ser questionado sobre as vendas dos carros híbridos. Por mais dura que seja a frase, ela tem um fundo de verdade. Afinal, quem pagaria mais por um carro simples do que por um modelo mais confortável? Para responder a essa pergunta, é preciso lembrar que o grande boom dos modelos elétricos foi impulsionado pela escalada nos preços do petróleo nos primeiros anos desta década. Na época, a preocupação ambiental somada ao preço do combustível forçou as empresas a apresentarem alternativas verdes ao consumidor. O resultado foram protótipos movidos a hidrogênio e carros 100% elétricos, que não decolaram e provavelmente não vão se tornar populares tão cedo. A indústria automotiva, escaldada pelas crises, decidiu ir numa direção mais sensata e mesclar a tecnologia já existente com as inovações da energia limpa.

Há, no entanto, outros problemas para encarar. Metade das reservas mundiais de lítio, metal que serve como base para as baterias da nova geração de carros, está concentrada na Bolívia. Lá, o presidente Evo Morales já disse que não vai facilitar a vida das multinacionais. Além disso, há um problema ambiental. Uma bateria de lítio tem vida útil estimada em dez anos ou 240 mil quilômetros rodados. Depois disso, apenas 50% do material pode ser reciclado. Todo o resto deve ser descartado e armazenado em condições especiais de segurança. É uma solução que, no longo prazo, pode fazer a fumaça dos escapamentos parecer inofensiva.

E o Brasil?

O Brasil ainda não tem as especificações para produzir ou importar os carros híbridos. O que existe é uma proposta técnica de homologação, em fase de estudo. Dos laboratórios nacionais, a única notícia boa é uma versão puramente elétrica do Palio Weekend, da Fiat, movida por uma bateria de cloreto de sódio (sal). O carro, no entanto, tem valor estimado três vezes maior que o original.

Fonte: Info

1nov/090

Toyota Corolla GLi : conforto e segurança

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Sempre atraindo públicos diferentes, a briga entre o Honda Civic e o Toyota Corolla pela liderança no segmento de sedãs médios sempre foi apimentada. A Toyota mal lançou a versão GLi, que está posicionada entre o modelo de entrada XLi e intermediário XEi, que a Honda contra atacou logo em seguida com a chegada de uma nova versão do Civic: LXS C.

O Corolla GLi, por R$ 65.050, no modelo manual, e R$ 69.020, na versão automática, traz vidros, travas e retrovisores elétricos, computador de bordo, ar-condicionado automático e digital, sistema de som MP3 Player e painel de instrumentos que varia a luminosidade de acordo com a claridade externa. Entre os itens de segurança estão o airbag duplo, freios com sistema antitravamento ABS e EBD (distribuição eletrônica de frenagem).

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Já o Civic LXS C, que fica entre as versões LXS e a EXS, parte de R$ 65.990 com câmbio manual, mas tem revestimento em couro nos bancos e nas portas. Se no preço e na lista de equipamentos de série as diferenças são mínimas, ao volante elas ficam bastante evidentes. No Corolla, a prioridade é o conforto e a segurança. Ou seja, se você gosta de modelos mais agressivos, esqueça o sedã da Toyota.

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Inclusive o visual, mesmo com vincos mais expressivos e linhas um pouco mais arredondadas na carroceria, não é tão empolgante como o do rival. Mas essa também não é sua pretensão. A impressão é que no Corolla tudo foi pensado para tratar o melhor possível os ocupantes, principalmente quem está sob o comando da direção. Regulagem de altura do banco do motorista, comando de computador de bordo e do som no volante, revestimento aveludado nas portas e nos assentos, estão entre os itens que facilitam o dia a dia do motorista no trânsito carregado.

Para os outros a bordo, há ainda para-sol com luz de cortesia, descansa braço no banco traseiro com porta-copos, apoio de cabeça para o terceiro passageiro e trava automática das portas. Outro item que pesa a favor do conforto é o isolamento acústico. Com o carro parado, a sensação é que o motor está desligado.

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Os 136 cavalos do motor 1.8 flex, disponível em todas as versões, garantem boas arrancadas e a caixa de transmissão tem engates suaves. A suspensão macia, sem ser muito molenga, também é outro ponto alto do modelo.

A rápida resposta da Honda visa impedir que a Toyota se aproxime em número de vendas do Civic. No acumulado do ano, até setembro de 2009, o sedã da Honda tem pouco mais de duas mil unidades de vantagem para o sedã da Toyota, com 40.321 modelos vendidos, contra 38.024 do Corolla. O próximo passo para esquentar essa disputa será a adoção do motor 2.0 nos dois sedãs. O da Toyota já tem data marcada para estrear: março de 2010. Resta saber se o Civic não vai querer chegar primeiro...

Fonte: G1

31out/090

Bruno Senna está confirmado na Formula 1 ano que vem

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Ele acabou de confirmar que as negociações visando a sua estreia na Formula 1 estão concluídas. O brasileiro acertou com a nova equipe Campos, com o anúncio oficial devendo ocorrer no começo da próxima semana.

"Galera, queria agradecer-lhes pela torcida!! Depois de muitas semanas de trabalho e negociações, finalmente conseguimos acertar as coisas! Estou muito contente e quero compartilhar essa alegria com vocês! Agora é hora de trabalhar ainda mais pra chegar com a melhor preparação para a próxima temporada! Bastante trabalho pela frente! Abraços a todos! Valeu! Gostaria de agradecer a Deus, minha familia, amigos e toda torcida de vocês pela força!", afirmou Bruno em seu Twitter.

Fonte: Virgula Uol

23out/090

Toda tragetória da série que tem dezesseis anos de sucesso: Need for Speed

Um dos games mais querido do mundo comemorou recentemente 100 milhões de cópias vendidas em dezesseis anos de história o Need for Speed,e em homenagem a série de corridas mais marcante do planeta, vamos fazer uma viagem no tempo através dos jogos, para ficarmos por dentro de tudo que rolou até agora.

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A franquia Need for Speed sempre foi muito bem recebida por todos os jogadores, deixando um marco no gênero dos jogos de corrida. A série foi marcada fortemente pela arte de inovar – incansáveis, o time de desenvolvedores da EA conseguiram fazer o jogo passar por muitas mudanças ao longo da vida, trazendo uma grande diversidade de estilos, e modos de jogo de corrida até então nunca vistos - elementos que marcaram profundamente todos nós, como as perseguições alucinantes de Most Wanted, a Tunagem de carros e corridas ilícitas em Underground, os modos de mundo aberto em Underground II, tudo isso e muito mais sem perder a personalidade marcante de Need for Speed.

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Acompanhem toda trajetória através dos jogos da série

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■Eletronics Arts em parceria com a revista sobre carros Road & Track, produzem o primeiro jogo da série.

■Todas as pistas foram construídas no Soft Image – software padrão usado para efeitos na produção de filmes - uma tremenda inovação para jogos de video game na época – permitindo muito mais realismo.

■Carros em altíssima resolução, contando com 70 polígonos

■25% dos time de desenvolvedores continuam na EA até hoje.

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■Lista de carros inclui alguns exóticos como Mclaren F1, Jaguar XJ220 e Ferrari F50

■Need for Speed II conta com recurso que permite que as trilhas sonoras de forma dinâmica sejam alteradas conforme o estilo de pilotagem de cada jogador

■Um dos primeiros jogos a usar o recurso Track Streaming - para permitir melhoramentos na riqueza de detalhes

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■Perseguições policiais são introduzidas na série, permitindo ainda o jogador optar por dirigir carros da polícia.

■Need for Speed III apresenta modos multplayer online nos consoles pela primeira vez.

■Need for Speed III continua a aprimorar seu realismo com a adição da tecnologia Dynamic Lighting

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■Sistema de danos nos veículos é introduzido em Need for Speed

■Customização de veículos é grandemente reforçada no qual os jogadores usam in-game o recurso para fazer upgrades ou para reparar os carros.

■Apresenta modelagem 3-D para o interior dos veículos, substituindo as imagens fotográficas visto em jogos anteriores.

■Carros em alta resolução contendo 600 polígonos

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■Eletronics Arts em parceria com a Porche, possibilitou o maior número de veículos porche fabricados em um único jogo, são mais de 5 décadas de carros representados.

■Porche Unleached envolveu 40-50 pessoas na equipe de desenvolvedores

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■Sequência do Hit Need for Speed Hot Pursuit, com uma ênfase maior nas perseguições policiais

■Novo recurso permite mudanças de climas em tempo real, permitindo os jogadores pilotarem pela chuva, incêndios florestais e tempestades de areia.

■Primeiro Need for Speed a adicionar trilhas sonora licenciadas pelos próprios artistas .

■Recebeu o prêmio de jogo de corrida do ano na premiação anual interactive achievement awards

■Primeiro Need for Speed desenvolvido pela Black Box estúdios.

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■Recriada a fórmula completa da série, passando de corridas semi-profissionais para as ilícitas corridas de rua.

■Underground também é o primeiro Need for Speed a conectar o modo carreira com histórias através de vídeos pré-renderizados.

■Inspirado no popular filme Velozes e Furiosos, underground centra-se na cena dos carros tunados, como exemplificado pelos veículos da Mitsubishi, Toyota e Subaru.

■Reflexo da cultura sobre carros, a personalização dos veículos eleva o jogo a um outro nível, permitindo aos jogadores personalizar completamente seus carros com uma grande variedade de marcas, performance e visual upgrades.

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■Need for Speed continua com a narrativa apresentada em underground, agora estrelada pela atriz Brooke Burke.

■Novas recursos incluídos, como melhoramentos na customização dos carros, e sistema open-world.

■Os carros em altíssimas resoluções apresentando 3000-5000 polígonos.

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■Need for Speed Most Wanted é uma combinação do sistema de mundo aberto com a jogabilidade de underground 2 acrescentando novos efeitos, como HDR, e com o retorno dos policiais.

■Modelo e atriz Josie Maran é a estrela do jogo

■Trilha sonora incluindo The Robots, The Prodigy and T.I estão em Most Wanted.

■Jogo mais vendido da série, com mais de 16 milhões de cópias vendidas.

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■A característica de Autosculpt permite os jogadores moldar e modelar partes do carro, podendo personalizar completamente o estilo visual do carro.

■A atriz Emmanuelle Vaugier(Two and a Half Men) estrela as sequências cinematográficas do jogo.

■Carbon foi o primeiro Need for Speed a estar disponível em todos os consoles de alta definição.

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■ProStreet introduz várias pistas do mundo real, incluindo Infineon Raceway, Willow Springs, Texas Speedway internacional, e Mondello Autopolis.

■ProStreet introduz um novo motor de física, e o “Speed Challenge” teste de velocidade e controle.

■Apresenta pela primeira vez sistema de danos em tempo real.

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■Apresentando o novo Heroic Driving Engine, uma tecnologia exclusiva que gera incríveis movimentos de alta performance a 180 por hora.

■Undercover chuta a valores de produção da franquia para cima, com estilo hollywoodiano de filmagens, introduzindo as estrelas Maggie Q e Christina Milian.

■O carro de mais alta resolução conta com mais de 30.000 polígonos, e 350.000 polígonos na tela.

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■Need for Speed expande a marca, através da comprovação de experiências únicas e personalizadas para todos os tipos de fãs de corridas, estabelecendo três estilos independentes: simulação, ação e arcade.

■Need for Speed Shift é anunciado pelos críticos como um dos melhores jogos de corrida do ano. A visão de cockpit oferece uma experiência real de pilotagem.

■A franquia Need for Speed atinge 100 milhões em vendas em toda sua história, número antes alcançado por apenas 4 marcas de jogos.

■Desenvolvido exclusivamente para a Nintendo Wii e DS, Need for Speed NITRO proporciona a emoção competitiva, apresentando um intuitivo sistema de inteligência artificial, policiais agressivos e intensas corridas multiplayer. Need for Speed NITRO capta a diversão e excitação de corridas arcade, para proporcionar aos jogadores velocidades surpreendentes como no mundo real a 200 MPH. Nitro chega em 3 de novembro.

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■Need for Speed World on-line para PC terá o maior mundo aberto na história de Need for Speed, com uma lista extensa de carros licenciados e modos de jogo - tudo gratuitamente online. Need for Speed World Online irá iniciar o processo de testes com a versão beta em Taiwan neste inverno e será aberta a jogadores de todo o mundo no outono de 2010

Alguns dos melhores momentos

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Fonte: Game vicio

22out/090

Qual é a melhor: Honda CB 300R ou a Yamaha Fazer YS 250

Qual dessas duas máquinas é a melhor street de média cilindrada, a recém-lançada Honda CB 300R ou a veterana Yamaha YS 250 Fazer? Na hora da compra, outras dúvidas também habitam o imaginário dos motociclistas em ascensão: uma moto totalmente nova, com design arrojado e maior capacidade cúbica ou um modelo seguindo linhas tradicionais -- "moto com cara de moto" --, equipada com um pioneiro motor de 250cc injetado.

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Para iniciarmos a comparação entre as motos, "escaneamos" os dois modelos para verificar suas diferenças visuais. De cara, a CB 300R apresenta um design mais jovial e inspirado nas naked de maior cilindrada (CB 600F Hornet e CB 1000R). Chama atenção a pequena carenagem que envolve o farol e, consequentemente, o painel de instrumentos com display digital e ponteiro para acompanhar as rotações do motor. Além disso, a rabeta é minimalista, mais afilada, com a lanterna embutida e alças em alumínio para o apoio do garupa.

Já a Fazer 250 tem farol sem moldura, velocímetro e conta-giros analógicos (dois mostradores com ponteiros) e um pequeno display de cristal líquido que informa o nível de combustível, além de hodômetro total e dois parciais. Na parte traseira, o grande destaque são os piscas integrados à lanterna. O conjunto oferece excelente visualização, principalmente na indicação das mudanças de direção. Desde o seu lançamento, em 2005, já foram produzidas 142.790 unidades da Fazer 250, fazendo dela um sucesso de vendas no Brasil e também no exterior, já que a Yamaha do Brasil é polo exportador da Fazer 250 para todo o mundo.

MOTOR

O modelo Honda está equipado com motor monocilíndrico, com duplo comando de válvulas no cabeçote (DOHC), com quatro válvulas e equipado com injeção eletrônica de combustível. Com 291,6 cm³ de capacidade cúbica, o propulsor gera 26,53 cv a 7.500 rpm de potência máxima e torque máximo de 2,81 kgfm a 6.000 rpm. Na cidade, o consumo de combustível gira na casa dos 25 km/l.

Já o propulsor da Fazer 250 tem 249 cm³, conta com comando de válvulas simples no cabeçote (OHC). Alimentado por injeção eletrônica, gera 21 cv de potência máxima a 8.000 rpm e 2,10 kgfm a 6.500 rpm de torque máximo. Mais econômica, a street da Yamaha faz cerca de 29 km/l na cidade.

No resumo da ópera, ambos os motores trabalham de forma linear e oferecem força em baixas e médias rotações -- neste quesito, há uma leve vantagem para a CB 300R, em função de seu torque maior atingido em uma rotação mais baixa. Porém, o propulsor da Fazer de comando simples vibra menos, é mais econômico e foi o primeiro a adotar a injeção eletrônica de combustível. Boas de curvas e de retas, os modelos alcançaram 130 km/h.

CICLÍSTICA E CONFORTO

Na parte ciclística, nenhuma novidade. A Honda utiliza garfo telescópico com 130 mm de curso e freio a disco simples de 276 mm de diâmetro e pinça de duplo pistão, na dianteira. Na traseira, suspensão monoamortecida com 105 mm de curso e freio a tambor.

Na moto Yamaha, garfo telescópico e, na traseira, monoamortecedor, ambos com 120 mm de curso. O curso igual entre as suspensões é uma marca registrada da família Fazer. A street da Yamaha está equipada com freio a disco simples dianteiro de 282 mm de diâmetro e pinça com dois pistões. Na traseira, o tradicional tambor de 130 mm.

Em relação à suspensão, a Fazer leva vantagem sobre a CB, já que na traseira tem 120 mm de curso, contra 105 mm da Honda. No geral, a CB 300R é mais firme, enquanto a Yamaha absorve com mais propriedade as imperfeições do solo. Com relação aos freios, em ambos os casos são eficientes e estão de acordo com a proposta urbana dos modelos.

Apesar da Fazer ser um projeto mais antigo, a moto é mais confortável que a recém-lançada CB 300R. O banco em dois níveis, o desenho do tanque e a posição das pedaleiras fazem o piloto se encaixar melhor na moto da Yamaha. No modelo da Honda, o corpo do motociclista fica projetado mais para frente.

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Uma característica marcante destes modelos é sua agilidade, principalmente nas mudanças de direção. Em função de sua maior potência e torque, a CB 300R larga na frente quando a luz verde do semáforo se acende. Porém, a Fazer se destaca pelo maior ângulo de esterço.

Realmente é uma difícil escolha entre uma novidade (CB 300R) e um conjunto bastante equilibrado (Fazer 250). Para acirrar esta briga, esperamos que a Yamaha apresente logo uma Fazer 300, com design mais radical e com um motor que ofereça mais potência e torque. Como ainda não temos bola de cristal -- apesar de fotos de uma nova Fazer já circularem pela internet -- a moto da Yamaha ainda oferece bom custo benefício e maior economia. Além disso, na cidade de São Paulo (SP) a CB 300R é vendida acima da tabela a R$ 12.500, enquanto a Fazer 250 é comercializada por preço abaixo do valor estipulado: R$ 10.600. (por Aldo Tizzani)

Fonte: Uol

19out/090

Fiat Palio Dualogic ganha concorrente o Gol I-Motion

Como a Fiat lançou o Palio Dualogic único carro em conta no mercado,a Volkswagen não quis perder tempo e entrou para brigar com o mesmo sistema no novo Gol e Voyage.

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O Gol I-Motion chega a partir de R$ 36.605, preço mais em conta do que o hatch da Fiat que parte de R$ 37.603. Já o sedã Voyage tem preço sugerido de R$ 37.090 e também passa a ser o modelo com transmissão automatizada mais barato de seu segmento. Os modelos trazem sob o capô o motor 1.6 flex de 104 cavalos (com álcool).

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A transmissão automatizada da Volkswagen, que recebeu o nome de ASG foi desenvolvido pela Magneti Marelli Power Train, a mesma fabricante do câmbio Dualogic, da Fiat. Mas a tecnologia da Volks passou também pelas mãos dos engenheiros da marca na Alemanha e no Brasil que reduziram as relações da segunda, terceira e quarta marcha.

O sistema automatizado não é automático, nem manual. É um pouco dos dois, como um carro flex, que roda tanto com álcool quanto com gasolina e quem escolhe qual usar é o motorista. Quando a opção automatizada é selecionada, uma central eletrônica atua na embreagem e no câmbio. Por meio de sensores de velocidade e rotação do motor, essa central escolhe o melhor momento e efetua a troca das marchas - por isso não há o pedal de embreagem.

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Fonte: G1

8out/090

Fórmula 1 poderá ter Bruno Senna em 2010

A principal categoria do automobilismo mundial talvez  terá Bruno Senna para a próxima temporada, depois de não conseguir fechar um acordo com a equipe Brawn neste ano.

"Bastante altas, cerca de 90 por cento", disse Senna sobre suas chances de estar na Fórmula 1 na próxima temporada. "Estou feliz com isso. Tem sido um ano muito difícil. Algumas vezes, me senti um pouco longe da F1. No entanto, estávamos tentando voltar a esse caminho lentamente".
20080521122426_bruno-senna "Obviamente, o começo do ano foi duro, porque as pessoas só falavam sobre difusores duplos e o regulamento, portanto foi realmente difícil ter um bom contato com as equipes, porque elas estavam preocupadas com outras coisas além dos pilotos. Mas eventualmente você consegue conversar, ver quais eram as opções reais. Nos concentramos nessas opções e aqui estamos, perto de assinar um contrato".

"Tudo parece estar indo bem. Temos algumas boas ofertas, e realmente precisávamos disso. Acho que a Fórmula 1 está em um momento difícil, com muitos pilotos no mercado, e isso não facilita as coisas para pilotos fora da categoria. Porém, com as novas equipes, felizmente há mais vagas. Está cada vez mais perto". Ao ser questionado sobre quando espera poder anunciar algo, ele disse: "Espero que até Interlagos".

Senna revelou que está conversando com duas das novas equipes da Fórmula 1, mas admitiu que sua preferência seria correr em uma organização já com experiência na categoria.

"Creio que a Campos e a Virgin (Manor) estão no topo da lista das novas equipes. Então, estamos conversando com elas, mas ainda é um pouco cedo para dizer alguma coisa. Se a proposta for correta, eu gostaria de assinar com uma equipe que já está lá. É uma opção muito menos arriscada. Há muitas variáveis na estréia de uma nova equipe na Fórmula 1, mas de qualquer maneira, preciso confiar que ela pode fazer um bom trabalho e mostrar meu potencial no próximo ano".

Ele também disse que a Force India é uma possibilidade. "Ainda estamos conversando com eles, mas temos de esperar para ver. Eles têm várias situações, portanto precisam resolver suas vidas, porque podemos negociar algo".

Fonte: Virgula Uol