Lipes Blog
22out/091

Windows 7: O que nós brasileiros não teremos

windows-7-student

Depois de tanta expectativa no Brasil a respeito do Windows 7 e seu lançamento,nós brasileiros nos deparamos com vantagens que infelizmente não estão disponíveis para a compra do produto no país,uma falta até de prestígio para com o povo brasileiro.

Windows 7 por 30 dólares: oferta para estudantes de vários países, mas não do Brasil

O Windows 7 chega carregado de elogios também no Brasil. Mas, nas opções de compra e nos preços, o brasileiro está em desvantagem

Pré-venda

A Microsoft vendeu um milhão de cópias do Windows 7 por preço promocional durante a fase de pré-lançamento. A edição Home Premium, por exemplo, custava 49 dólares nos Estados Unidos, o equivalente a 85 reais. Na Europa, o preço era 49 euros. Houve promoções similares em vários países, mas não no Brasil.

Estudantes

Nos Estados Unidos, estudantes podem comprar o Windows 7 Home Premium ou Professional pelo equivalente a 52 reais. Para isso, a exigência básica é ter um endereço de e-mail com terminação .edu. Essa oferta vale até 3 de janeiro. Há outras similares em países como Reino Unido, Austrália, Canadá, França, Alemanha, Coreia e México, mas não no Brasil. A Microsoft tem um programa de vendas a universidades aqui, mas ele é bastante mais restrito.

Preço de lista

Na China, o Windows 7 Home Basic custa o equivalente a 102 reais. No Brasil, o valor de lista é 329 reais, mais de três vezes o preço chinês. Além disso, qualquer que seja a edição do Windows 7, o preço brasileiro é sempre superior ao cobrado nos Estados Unidos.

PC + Desconto

Em 14 países, quem compra um computador com Windows 7 ganha um desconto para adquirir também uma cópia avulsa do sistema operacional. A idéia é que, se a pessoa tiver outro micro, ela use essa segunda cópia para atualizá-lo. Essa oferta vale até 2 de janeiro. Como você já deve ter imaginado, o Brasil não está entre esses 14 países.

Pacote familiar

O pacote com três licenças do Windows 7 Home Premium vai custar, nos Estados Unidos, o equivalente a 261 reais. Esse pacote existe também em outros países, mas não no Brasil, onde as mesmas três licenças custam 1.197 reais. Dá para comprar 12 licenças nos Estados Unidos e ainda sobra troco.

Anytime Upgrade

Essa opção, disponível em 13 países, permite passar de uma edição mais simples a uma mais completa por um preço reduzido. Alguém que tenha Windows 7 Starter nos Estados Unidos, por exemplo, pode mudar para o Home Premium pelo equivalente a 139 reais. O Brasil não está entre esses 13 países. Assim, um brasileiro que queira fazer o mesmo upgrade gastará 399 reais na cópia completa do Home Premium, quase três vezes mais.

Fonte: Game Vicio

22out/092

As despesas com o Enem já superam os R$ 130 milhões

enem2009_logo1111

Depois de toda a confusão que houve com o Enem 2009,e a preparação da nova prova,o governo avaliou os gastos no total de R$ 130 milhões.

Com a data marcada para ocorrer nos dias 5 e 6 de dezembro, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) terá um custo operacional de R$ 99,9 milhões. O contrato assinado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e pelo consórcio formado pela Fub/Cespe e Cesgranrio foi publicado na edição desta quinta-feira (22) do Diário Oficial da União. O valor confirma a previsão realizada pelo ministro Fernando Haddad, em 27 de agosto, para a primeira prova do Enem.

Realizada em caráter emergencial, a contratação do consórcio, que já atuou em outras edições do exame, foi realizada sem a realização de licitação. Segundo o extrato publicado pelo Inep, o consórcio será responsável pela "operacionalização de procedimentos relativos ao Enem 2009, conforme condições e especificações contidas no projeto básico". A portaria não apresenta detalhes sobre esse projeto básico

A contratação do consórcio foi ordenada pelo Ministério da Educação depois que a primeira prova do exame foi alvo de vazamento, no dia 1 de outubro. Com a contratação, as depesas do novo Enem já superam os R$ 130 milhões. A impressão da nova prova vai custar R$ 31, 9 milhões ao MEC. O contrato celebrado pelo Inep com a gráfica “RR Donnelly Moore” foi publicado no dia 14 deste mês no DOU.

Além da impressão das provas, a gráfica será responsável pelo manuseio, embalagem, rotulagem e entrega dos cadernos de provas do Enem aos Correios.

A contratação da nova gráfica não apresentou detalhes sobre possíveis procedimentos de segurança que terão de ser adotados pela empresa para evitar que um novo vazamento, como o ocorrido no dia 1º de outubro, volte a acontecer. A notícia de quebra do sigilo do exame fez com que o MEC cancelasse a prova.

Após a fraude, o MEC rompeu o contrato com o consórcio Connasel, responsável pela aplicação do primeiro exame. A empresa negou a existência de falhas na segurança. Investigação da Polícia Federal já levou ao indiciamento cinco suspeitos pelo delito.

A primeira licitação havia sido fechada em R$ 116 milhões. A parte de impressão das provas custaria R$ 30 milhões e a aplicação do exame R$ 86 milhões. Dados do ministério mostram que pelo menos R$ 35 milhões já haviam sido pagos. O novo contrato já é R$ 16 milhões mais caro que o primeiro. Uma investigação administrativa coordenada pelo Inep apura se o consórcio foi, de fato, responsável pelas falhas que levaram ao vazamento do exame. Caso o consórcio seja considerado culpado, o MEC irá pedir a devolução dos recursos já utilizados na impressão e logística da primeira prova.

Em audiência na Câmara e no Senado no dia 14 deste mês, Haddad revelou a descoberta de uma suposta falha na segurança do esquema armado para imprimir e distribuir a prova do primeiro exame. Na gráfica onde os cadernos de prova eram impressos, um galpão teria sido aberto, sem a autorização do MEC, para manuseio das provas. Teria sido nesse local que o vazamento teria ocorrido. Mantida em sigilo, a investigação ainda está em andamento no Inep.

O MEC, em parceria com a Polícia Federal, a Força Nacional de Segurança e os Correios, trabalha para elaborar uma nova estratégia de segurança para evitar outro boicote ao Enem. Esse planejamento é mantido em sigilo para evitar o comprometimento das operações. Os valores relativos à operação dos Correios ainda não foram divulgados.

Fonte: G1