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4mai/100

Assalto na Austrália é impedido por Super-heróis?

Não é história em quadrinhos não galera! Foi fato verídico! Na Austrália assalto foi impedido por Super-heróis!Veja como aconteceu.

Depois que o Homem-Aranha percebeu com seu sentido-aranha que o roubo estava acontecendo, o ladrão nem teve a chance de fugir, pois seria barrado por dois cavaleiros Jedi. Toda a ação foi observada de longe pelo Flash, que esperou para ver se precisaria sair correndo atrás do ladrão.

Foi no último sábado.Em uma loja de histórias em quadrinho de Adelaide, na Austrália, funcionários estavam fantasiados de seus personagens favoritos por causa de uma promoção e acabaram evitando o roubo.

O dono da loja, Michael Baulderstone, percebeu uma movimentação suspeita. No meio de alguns personagens, havia um cliente fantasiado de cliente: jeans e jaqueta. “Nós tínhamos cercda de 40 pessoas fantasiadas em seus heróis favoritos, ele não teve outra opção a não ser devolver o exemplar de X-Men Omnibus depois de um leve embate”, disse ele ao Courier Mail.

Os outros clientes chegaram a achar que era uma encenação, mas quando Michael chamou a polícia todo mundo percebeu que o assunto era sério. A revista avaliada em R$ 270 foi devolvida e a polícia sem fantasia cuidou do caso.

Veja a abordagem do amigão da vizinhança:

Fonte:Vírgula Uol

21fev/101

Projeto Futurista

Uma empresa de arquitetura chamada LAVA criou um projeto futurista altamente sustentável. Batizado de Tower Skin, a camada transparente desenvolvida em três dimensões promete otimizar um prédio da década de 1960 em Sidney, na Austrália. Segundo a empresa, a nova “pele” aproveita melhor a luz do dia, inclusive para gerar energia elétrica e manter o edifício funcionando, coleta água de chuva e possui ar condicionado inteligente.

O prédio antigo, sem a camada tecnológica

A "pele" em três dimensões colocada sob o prédio é altamente sustentável

O prédio aceso, à noite

Veja o vídeo abaixo e entenda melhor o projeto, que alia funcionalidade e tecnologia.

Fonte: Casa e Jardim

8fev/100

Homem engole 18 espadas e bate o próprio recorde

Realmente é muito estranho,mais o australiano Chayne Hultgren, de 31 anos, engoliu nesta segunda-feira 18 espadas em Sydney, na Austrália, e quebrou seu próprio recorde no Guinness. Cada espada tinha 52 centímetros de comprimento. Conhecido como ‘Caubói Espacial’, Hultgren classificou a façanha como uma de suas ‘maiores conquistas até hoje’.

Fonte: G1

23nov/091

Veja quais são os riscos de desbloquear seus eletrônicos

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É galera tem que pensar bem antes de desbloquear seu eletrônico,pois o desbloqueio pode deixá-lo vulnerável em alguma área.

Muitos eletrônicos especialmente consoles de videogame e outros gadgets podem ser desbloqueados. Mas por que o desbloqueio torna esses dispositivos possíveis alvos de ataques? Entenda alguns motivos

Os eletrônicos se assemelham cada vez mais a computadores. Possuem componentes genéricos que podem realizar uma infinidade de tarefas, como qualquer PC. No entanto, o fabricante do hardware geralmente deseja que o equipamento seja utilizado de um modo pré-determinado. O bloqueio é exatamente a tecnologia empregada para impedir que o aparelho realize tarefas para as quais ele não foi projetado.

O bloqueio é uma limitação que interessa ao fabricante ou fornecedor do dispositivo.

No caso do iPhone, o bloqueio serve para garantir que o celular da Apple seja usado apenas com operadoras de telefonia específicas. Essa capacidade é muito relevante na hora de negociar os contratos envolvidos na venda do produto.

Em videogames, o bloqueio serve para evitar o uso de jogos piratas. Como a fabricante do console recebe parte da receita de jogos, e hoje alguns consoles são vendidos até abaixo do preço de custo justamente com a expectativa dessa receita, é muito interessante que apenas games originais sejam comercializados. O bloqueio também impede que produtores independentes comercializem seus jogos sem autorização, garantindo o negócio permaneça sob o controle.

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As operadoras de telefonia realizam um bloqueio diferente nos celulares, que impede o funcionamento de chips de concorrentes. Novamente, o bloqueio interessa a alguma empresa, neste caso, à operadora. Os fabricantes enviam estes telefones para as operados sem nenhum bloqueio ou restrição, porém, por não contarem com os subsídios da operadora, custam mais caro. A ideia das operadoras é que a mensalidade e as chamadas feitas pelos clientes paguem a oferta do telefone a um preço reduzido, semelhante ao que acontece com os desenvolvedores de consoles que apostam na venda de jogos.

Além do bloqueio de operadora, como o de qualquer outro celular, o iPhone (e o iPod também) possuem um bloqueio como o dos consoles: somente aquilo que é autorizado pelo fabricante – no caso, a Apple – pode ser executado no aparelho. Porém, o iPhone e o iPod são capazes de muito mais que isso, o que levam usuários interessados a criarem mecanismos de burlar esta restrição e é isso que é o desbloqueio.

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Exceto no caso de celulares com SIM lock (bloqueio de chip), onde não há risco nenhum de ter o aparelho desbloqueado, o destravamento permite que diversos “recursos” adicionais sejam habilitados. No caso dos consoles, é possível usar não apenas jogos piratas, mas também jogos “independentes”, emuladores e, em alguns casos, reproduzir DVDs de qualquer região, MP3 e outros utilitários que não são por si só ilegais.

Mas, ao ter essa liberdade, o número de possíveis problemas aumenta. Há um cavalo de troia que danifica os consoles portáteis PSP da Sony e o DS da Nintendo, por exemplo. Essas pragas só podem ser executadas por meio do uso de alguma técnica que retire a limitação imposta pelo fabricante.

No caso do iPhone, o desbloqueio, também chamado de jailbreak, permite a execução de aplicativos não-autorizados. Com isso, torna-se possível a criação de vírus – o que normalmente não é possível, exceto pelo uso de alguma brecha de segurança. Foi o que aconteceu no caso do primeiro “vírus” inofensivo criado para o aparelho.

Já os iPods podem até rodar Linux depois de destravados. Um vírus-conceito chamado Podloso foi criado para mostrar que o tocador de música digital também pode sofrer ataques.

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No entanto, o desbloqueio não é comum o suficiente para tornar essas plataformas alvos de criminosos de verdade. Quem destrava o aparelho, apesar da sua proibição pelo acordo de licença que acompanha os produtos, aproveita as vantagens. “O iPhone sem jailbreak não tem a menor a graça!”, afirma o tecnólogo em automação industrial Renato Victor Mejias, de 23 anos, que tem um iPhone há 7 meses.

Mejias destaca as vantagens de ter desbloqueado seu celular da Apple. “Posso usar o bluetooth com outros aparelhos, posso usar programas gerenciadores de arquivos, instalar aplicativos de terceiros que não estão na Apple Store... Antigamente, a Apple não liberava envio de MMS, então era necessário desbloquear o aparelho para poder enviar as mensagens. Com o firmware 3.0, no entanto, isso foi liberado. Posso usar meu iPhone como modem, posso instalar aplicativos para pode fazer gravações com a câmera [a câmera do iPhone nativamente só tira fotos] e carregar páginas em Flash”.

Ele diz não ter medo de vírus, pois “prefere correr o risco a ter um dos melhores aparelhos do mundo com todas as limitações impostas pela Apple” e opina que a companhia de Steve Jobs deveria conversar com os donos de iPhone para chegar a um consenso. “Espero que um dia Apple faça uma pesquisa de mercado com seus usuários para ver que o número deles que pedem o desbloqueio é grande, e estude soluções viáveis para agradar a todos os donos do iPhone e eles como empresa”.

De qualquer forma, as chances de ser infectado por um desses vírus é muito pequena. Os ataques costumam ser bem localizados e, para ser atingido, será necessária uma dose de azar. Os vírus para esses eletrônicos desbloqueados têm uma dificuldade muito grande de se espalhar, quando tentam. Por enquanto, desbloquear é uma prática segura, mas é necessário estar ciente dos riscos para evitar qualquer problema.

Fonte: G1

9out/090

A educação na Austrália é prioridade do governo

A Austrália é um país com clima tropical, praias bonitas, surfe, população hospitaleira e um câmbio melhor do que o dólar americano são as principais motivações dos estudantes que escolhem a Austrália como destino de estudo. Segundo estatísticas da Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association), o país é hoje o segundo preferido dos brasileiros que vão ao exterior para estudar inglês, ficando atrás apenas do Canadá.

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Entre 2004 e 2006, a Austrália registrou um crescimento de cerca de 150% no recebimento de alunos do Brasil. Em 2007, 12,5 mil estudantes brasileiros estiveram no país.

A principal demanda é a de cursos de inglês, mas a Austrália também oferece opções para quem pretende fazer o ensino médio (high school), graduação, pós-graduação e cursos técnicos com qualidade reconhecida internacionalmente.

O sistema educacional é uma das prioridades do governo australiano, que também estimula pesquisas nas áreas médica, biológica, oceanográfica, física e tecnológica.

Os cursos técnicos vêm ganhando destaque: praticamente um terço dos brasileiros que vão ao país se encaminha para esse tipo de formação. Segundo a gerente da Australian Education Internacional no Brasil, Priscila Donato Trevisan, os mais procurados são os da área de administração, ciência da computação, turismo, hotelaria e ciências físicas. Quando o assunto é graduação e pós-graduação, as áreas de administração, artes, meio ambiente e saúde disparam na preferência dos estrangeiros.

Os estudantes podem, ainda, aproveitar as horas de folga para praticar atividades radicais, entre elas "rafting", surfe, "canyoning", mergulho, vôo livre, "bungee jumping", paraquedismo e "mountain bike".

Nada de jeitinho brasileiro

Mais do que a natureza preservada, a Austrália encanta por sua cultura hospitaleira. Seus habitantes costumam receber bem turistas e estudantes, que chegam de todas as partes do mundo.

Em Sydney -cidade mais importante do país-, a população é cosmopolita, formada especialmente por europeus e asiáticos. A mistura de culturas pode ser atribuída ao incentivo que o governo australiano oferece aos estudantes estrangeiros, o que não quer dizer que não haja controle sobre eles.

Em toda a Austrália, há muitas regras a serem cumpridas. Há leis que vão desde a obrigatoriedade no uso do capacete para os ciclistas até o pagamento de multas por estudantes internacionais (imigrantes) flagrados com cartões de trem ou de ônibus mais baratos -legalmente, apenas australianos ou residentes têm esse benefício.

Estudantes com passaporte brasileiro devem apresentar comprovantes de renda com o equivalente a AU$ 1000 (mil dólares canadenses), para cada mês de estadia no país. Também devem ter outros documentos que comprovem vínculos com o Brasil, como carteira de trabalho assinada ou matrícula trancada em curso superior.

O objetivo do governo é saber se o estrangeiro tem intenção de permanecer em território australiano. Quanto mais documentos o visitante mostrar, provando o contrário, mais fácil será a obtenção ou renovação de seu visto.

A fiscalização em relação à freqüência na escola costuma ser inflexível. A imigração intima estudantes estrangeiros que não comparecem a 80% das aulas. No caso de reincidência, a imigração pode cancelar o visto do aluno e expulsá-lo do país.

O mesmo rigor é verificado no campo do trabalho. A Austrália é um dos poucos países que dão permissão de trabalho de 20 horas semanais para estudantes internacionais. Só que lá não tem "jeitinho brasileiro". Permissão de 20 horas não quer dizer de 30 ou de 40 horas. As leis são levadas a sério. O estudante que exceder este período e for flagrado por um agente de imigração terá seu visto cancelado e será deportado do país, sem direito de retornar pelo período de dois anos.

Estilo australiano de ser e viver

Apesar de seguir um grande número de leis e regras, o povo australiano nada tem de tenso ou cerimonioso. Possui bom humor e costuma andar pelas ruas vestido de forma descontraída -com bermudas, camisetas e chinelos ou até mesmo descalço.

A qualidade de vida na Austrália também se deve ao bom funcionamento dos serviços públicos, desde transportes e hospitais a áreas de lazer gratuitas. A Austrália foi colonizada pelos ingleses em 1.770 e já faz parte da lista dos países mais ricos do mundo.

Atualmente, o país apresenta uma das sociedades mais organizadas e um dos melhores IDHs (Índice de Desenvolvimento Humano) do mundo - é o 3º na lista da ONU (Oraganização das Nações Unidas) de 2007. A Austrália tem uma sociedade mais igualitária que a brasileira. Ou seja, há menor diferença entre as classes sociais australianas que entre as brasileiras.

A terra dos cangurus apresenta uma beleza natural e preservada que encanta os estrangeiros. Suas mais de 10 mil praias são o sonho de consumo de qualquer surfista. A diversidade de climas encontrada no território australiano vai desde o calor do "Outback" (nome dado ao deserto no país por estar fora da costa), no centro do país, até as geleiras das "Snowy Mountains" (montanhas de neve), a pouco mais de uma hora de Camberra, capital do país.

Fonte:Uol