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12jul/101

F1 2010: Veja comparação gráfica entre o jogo e a corrida em pistas reais

F1 2010 está chegando aí! E a expectativa está cada vez mais aumentando para ver esse game que vem com tudo para arrebentar no cenário de jogos de corrida.
Este ano, a Codemasters irá lançar o jogo Formula 1 2010. Para poder mostrar um pouco do poder gráfico do jogo os desenvolvedores responsáveis pelo jogo mostraram algumas imagens comparando o jogo com uma corrida na vida real,veja que os resultados foram interessantes.

27abr/100

Fórmula 1 2010: Veja novas imagens do game que promete ser o melhor simulador de F1 já feito

Saiu novas imagens incríveis do game Fórmula 1 2010,o jogo que promete ser o melhor simulador de F1 já feito até hoje diz o produtor Gavin Raeburn.Gráficos espetaculares,velocidade e adrenalina a mil é o que vem por aí!

"Os jogos de F1 não cumpriram seu papel na última década e acreditamos que essa categoria esportiva mereça um jogo que realmente capture seu glamour e seu entusiasmo. Todos ficarão surpreendidos. Será algo sem precedentes."

O título é desenvolvido por meio de uma versão atualizada do motor gráfico EGO, usado nas séries de jogos de corrida Colin McRae: Dirt e Race Driver: Grid e no jogo de guerra Operation Flashpoint: Dragon Rising.

A promessa é apresentar o mais avançado e completo sistema de danos jamais visto em um jogo de corridas, o que permitirá tanto uma inédita pilotagem do carro quanto acidentes com um mais alto nível de detalhe (e estilhaços, e peças voando).

 

24abr/100

China ganha versão exclusiva de Lamborghini

É a Lamborghini com tudo na China! A empresa tem contemplado um bom crescimento no país,e para celebrar esse aumento,eles resolveram lançar uma versão exclusiva para o povo chinês,são apenas apenas 10 unidades dessa máquina,quem é ele? O Murcièlago LP 670-44 Super Veloce China Limited Edition.Pintura cinza com uma faixa alaranjada no meio do carro, como se estivesse cortando a carroceria de fibra de carbono.Será lançado no Salão de Pequim, que vai até o próximo dia 5 de maio.

Todos os carros terão uma plaqueta de idenificação no interior, com o número de fábrica e o nome do proprietário. O conjunto mecânico vem com motor V12 6.5 litros de 670 cavalos, potência para acelerar de 0 a 100 km/h em meros 3,2 segundos e atingir 337 km/h, segundo a fabricante. Nessa versão SV, houve uma diminuição de 100 kg em relação às demais versões do Murcièlago e um aumento da pressão aerodinâmica para garantir boa estabilidade nas curvas, mesmo em velocidades mais altas.

Fonte: Revista Auto Esporte

23nov/092

Conheça mais sobre os carros híbridos

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Quem nunca sonhou em ter um desses,menos poluentes,menos barulho e muitas outras vantagens? É pessoal esses carros do futuro são bastante inovadores,eles ainda continuarão sendo feitos de metal,também aquele espaço para as compras no porta-malas e o abastecimento tanto no posto de combustível como numa tomada. Esse carro será mais eficiente e silencioso, e poluirá menos do que os modelos atuais. Esses carros híbridos, que combinam motor elétrico com outro a combustão, começaram a ser fabricados há cerca de dez anos, mas ainda estão longe de se tornar populares. Em países como os Estados Unidos, eles disputam o mercado com modelos de todas as categorias. Mas seu preço ainda é 30% mais alto que o dos veículos convencionais, o que limita seu comércio. Agora, uma nova onda de híbridos está a caminho e essa categoria de carros tende a se popularizar na próxima década.

Toyota Prius e Honda Insight são exemplos dessa realidade. Ambos já ultrapassaram a marca de 1 milhão de unidades vendidas ao redor do mundo. Além dos nipônicos, praticamente todas as grandes montadoras trabalham com modelos que combinam motores elétricos e a combustão. Chevrolet Volt, Ford Fusion, Peugeot Prologue, Renault Ondelios, Nissan Leaf e o futurista BMW Vision são apenas alguns exemplos de uma lista interminável de híbridos que estão ou que estarão rodando nas ruas em breve.

Nem a crise financeira atrapalha a tendência de crescimento dessa lista. Em agosto passado, o presidente Barack Obama liberou subsídios equivalentes a 2,4 bilhões de dólares para que Ford, GM, Chrysler e outras 45 companhias desenvolvam carros elétricos e baterias. A meta de Obama é ver 1 milhão de veículos híbridos nas ruas americanas até 2015. Em uma perspectiva mundial, nem será preciso esperar tanto. Em 2013 terão sido vendidos 4,5 milhões de carros híbridos, de acordo com a consultoria Free-donia Group. Boa parte dessa explosão de vendas acontecerá na China. O governo chinês pretende elevar a produção do país de 2,1 mil para 500 mil híbridos nos próximos três anos.

Outro impulso para a invasão dos híbridos é o aparecimento de novas montadoras, mais criativas e ágeis. Nos Estados Unidos, os destaques são os esportivos elétricos das novatas Fisker e Tesla, ambos com visual e desempenho comparáveis aos de Ferraris e Lamborghinis. Na China, oito montadoras já apresentaram protótipos de novos modelos híbridos.

Freada no desperdício

Apenas 30% da gasolina consumida por um carro convencional é realmente gasta na tarefa de fazê-lo se mover. Todo o restante da energia é dissipado na forma de calor gerado na combustão, pelo atrito da transmissão e pelo acionamento de equipamentos como bomba de combustível e ar-condicionado. São nesses 70% de desperdício que os híbridos podem fazer a diferença. Com um par de motores, esses carros usam a energia elétrica sempre que possível. O combustível passa a ser queimado de forma mais econômica e racional. A energia elétrica pode vir da força reconvertida durante a frenagem, do calor da combustão e até mesmo do impacto gerado pelos amortecedores.

Já comuns nos modelos híbridos, os freios regenerativos transformam a energia cinética do carro em eletricidade. O próprio motor elétrico reduz a velocidade do carro enquanto gera eletricidade. Todo o processo é gerenciado automaticamente por software. E outras soluções estão a caminho. A BMW já possui uma tecnologia para armazenar o calor gerado pela combustão e usá-lo como fonte de energia para os dispositivos elétricos dos seus carros.

Outro projeto nessa linha são os amortecedores inteligentes. Patenteado por especialistas da Tufts University, de Massachusetts, o sistema usa o sobe e desce das rodas para converter energia. A cada curva, quando os amortecedores usam força para empurrar o carro para cima, um pequeno gerador é acionado e depois transmite a energia a uma bateria. Quanto maior o peso do veículo, mais energia é gerada. Dessa forma, o sistema poderia aumentar a autonomia de ônibus, caminhonetes e caminhões híbridos.

A curva do preço

“É muito caro. Não existem tantos idiotas para comprar isso”, disse Johan de Nysschen, presidente da Audi dos Estados Unidos, ao ser questionado sobre as vendas dos carros híbridos. Por mais dura que seja a frase, ela tem um fundo de verdade. Afinal, quem pagaria mais por um carro simples do que por um modelo mais confortável? Para responder a essa pergunta, é preciso lembrar que o grande boom dos modelos elétricos foi impulsionado pela escalada nos preços do petróleo nos primeiros anos desta década. Na época, a preocupação ambiental somada ao preço do combustível forçou as empresas a apresentarem alternativas verdes ao consumidor. O resultado foram protótipos movidos a hidrogênio e carros 100% elétricos, que não decolaram e provavelmente não vão se tornar populares tão cedo. A indústria automotiva, escaldada pelas crises, decidiu ir numa direção mais sensata e mesclar a tecnologia já existente com as inovações da energia limpa.

Há, no entanto, outros problemas para encarar. Metade das reservas mundiais de lítio, metal que serve como base para as baterias da nova geração de carros, está concentrada na Bolívia. Lá, o presidente Evo Morales já disse que não vai facilitar a vida das multinacionais. Além disso, há um problema ambiental. Uma bateria de lítio tem vida útil estimada em dez anos ou 240 mil quilômetros rodados. Depois disso, apenas 50% do material pode ser reciclado. Todo o resto deve ser descartado e armazenado em condições especiais de segurança. É uma solução que, no longo prazo, pode fazer a fumaça dos escapamentos parecer inofensiva.

E o Brasil?

O Brasil ainda não tem as especificações para produzir ou importar os carros híbridos. O que existe é uma proposta técnica de homologação, em fase de estudo. Dos laboratórios nacionais, a única notícia boa é uma versão puramente elétrica do Palio Weekend, da Fiat, movida por uma bateria de cloreto de sódio (sal). O carro, no entanto, tem valor estimado três vezes maior que o original.

Fonte: Info

1nov/090

Toyota Corolla GLi : conforto e segurança

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Sempre atraindo públicos diferentes, a briga entre o Honda Civic e o Toyota Corolla pela liderança no segmento de sedãs médios sempre foi apimentada. A Toyota mal lançou a versão GLi, que está posicionada entre o modelo de entrada XLi e intermediário XEi, que a Honda contra atacou logo em seguida com a chegada de uma nova versão do Civic: LXS C.

O Corolla GLi, por R$ 65.050, no modelo manual, e R$ 69.020, na versão automática, traz vidros, travas e retrovisores elétricos, computador de bordo, ar-condicionado automático e digital, sistema de som MP3 Player e painel de instrumentos que varia a luminosidade de acordo com a claridade externa. Entre os itens de segurança estão o airbag duplo, freios com sistema antitravamento ABS e EBD (distribuição eletrônica de frenagem).

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Já o Civic LXS C, que fica entre as versões LXS e a EXS, parte de R$ 65.990 com câmbio manual, mas tem revestimento em couro nos bancos e nas portas. Se no preço e na lista de equipamentos de série as diferenças são mínimas, ao volante elas ficam bastante evidentes. No Corolla, a prioridade é o conforto e a segurança. Ou seja, se você gosta de modelos mais agressivos, esqueça o sedã da Toyota.

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Inclusive o visual, mesmo com vincos mais expressivos e linhas um pouco mais arredondadas na carroceria, não é tão empolgante como o do rival. Mas essa também não é sua pretensão. A impressão é que no Corolla tudo foi pensado para tratar o melhor possível os ocupantes, principalmente quem está sob o comando da direção. Regulagem de altura do banco do motorista, comando de computador de bordo e do som no volante, revestimento aveludado nas portas e nos assentos, estão entre os itens que facilitam o dia a dia do motorista no trânsito carregado.

Para os outros a bordo, há ainda para-sol com luz de cortesia, descansa braço no banco traseiro com porta-copos, apoio de cabeça para o terceiro passageiro e trava automática das portas. Outro item que pesa a favor do conforto é o isolamento acústico. Com o carro parado, a sensação é que o motor está desligado.

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Os 136 cavalos do motor 1.8 flex, disponível em todas as versões, garantem boas arrancadas e a caixa de transmissão tem engates suaves. A suspensão macia, sem ser muito molenga, também é outro ponto alto do modelo.

A rápida resposta da Honda visa impedir que a Toyota se aproxime em número de vendas do Civic. No acumulado do ano, até setembro de 2009, o sedã da Honda tem pouco mais de duas mil unidades de vantagem para o sedã da Toyota, com 40.321 modelos vendidos, contra 38.024 do Corolla. O próximo passo para esquentar essa disputa será a adoção do motor 2.0 nos dois sedãs. O da Toyota já tem data marcada para estrear: março de 2010. Resta saber se o Civic não vai querer chegar primeiro...

Fonte: G1

31out/090

Bruno Senna está confirmado na Formula 1 ano que vem

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Ele acabou de confirmar que as negociações visando a sua estreia na Formula 1 estão concluídas. O brasileiro acertou com a nova equipe Campos, com o anúncio oficial devendo ocorrer no começo da próxima semana.

"Galera, queria agradecer-lhes pela torcida!! Depois de muitas semanas de trabalho e negociações, finalmente conseguimos acertar as coisas! Estou muito contente e quero compartilhar essa alegria com vocês! Agora é hora de trabalhar ainda mais pra chegar com a melhor preparação para a próxima temporada! Bastante trabalho pela frente! Abraços a todos! Valeu! Gostaria de agradecer a Deus, minha familia, amigos e toda torcida de vocês pela força!", afirmou Bruno em seu Twitter.

Fonte: Virgula Uol

19out/090

Fiat Palio Dualogic ganha concorrente o Gol I-Motion

Como a Fiat lançou o Palio Dualogic único carro em conta no mercado,a Volkswagen não quis perder tempo e entrou para brigar com o mesmo sistema no novo Gol e Voyage.

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O Gol I-Motion chega a partir de R$ 36.605, preço mais em conta do que o hatch da Fiat que parte de R$ 37.603. Já o sedã Voyage tem preço sugerido de R$ 37.090 e também passa a ser o modelo com transmissão automatizada mais barato de seu segmento. Os modelos trazem sob o capô o motor 1.6 flex de 104 cavalos (com álcool).

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A transmissão automatizada da Volkswagen, que recebeu o nome de ASG foi desenvolvido pela Magneti Marelli Power Train, a mesma fabricante do câmbio Dualogic, da Fiat. Mas a tecnologia da Volks passou também pelas mãos dos engenheiros da marca na Alemanha e no Brasil que reduziram as relações da segunda, terceira e quarta marcha.

O sistema automatizado não é automático, nem manual. É um pouco dos dois, como um carro flex, que roda tanto com álcool quanto com gasolina e quem escolhe qual usar é o motorista. Quando a opção automatizada é selecionada, uma central eletrônica atua na embreagem e no câmbio. Por meio de sensores de velocidade e rotação do motor, essa central escolhe o melhor momento e efetua a troca das marchas - por isso não há o pedal de embreagem.

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Fonte: G1

7out/091

Aprenda como economizar combustível e reduzir a emissão de poluentes

No país em que há 6,9 habitantes por veículo em circulação, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), é impossível imaginar todos os dias sem o transporte a motor.

Por isso, tão importante quanto deixar o carro na garagem e procurar meios alternativos para se locomover, é aprender a dirigir de forma eficiente. “A responsabilidade de ter um carro mais econômico e menos poluente é 60% dos motoristas”, afirma César Urnhani, piloto de desenvolvimento da Pirelli.
1424588573_a506eee673 Segundo Urnhani, é possível diminuir o consumo de combustível em até 20% mudando apenas a maneira de dirigir o carro, o que, consequentemente, reduz a quantidade de poluentes jogados na atmosfera. “Se o motorista gasta R$ 500 de combustível por mês, ele pode ter uma economia de R$ 100, o que em um ano significa que ele deixou de ‘queimar’ R$ 1.200 e, mesmo sem a possibilidade de contabilizar, ele também está colaborando com o meio ambiente”.

A escolha do carro

O primeiro passo é escolher o carro adequado para o perfil do motorista. “O consumidor compra um utilitário-esportivo só para usar no asfalto. Ele nunca pega uma estrada de terra, mas gosta de ter um carro com todos os equipamentos de um off-road, inclusive os pneus, e depois fala que o carro é ‘gastão’, quando, na verdade, ele escolheu o carro errado”. De acordo com o piloto, pneus de uso misto (50% para terra e 50% para o asfalto) quando usados somente em asfalto têm pior desempenho, porque são feitos para produzir mais atrito e ‘grudam’ no piso, o que deixa o carro mais pesado e obriga o motor a trabalhar em rotações muito altas. “Além de escolher um determinado modelo pelo design, potência ou itens de série, é preciso avaliar as reais necessidades de uso”.

Antes de sair

O estado e manutenção de alguns componentes do carro também têm interferência direta no consumo de combustível. O primeiro item que merece atenção é a calibragem dos pneus. “Quanto mais próximo os pneus estiverem da calibragem estipulada pelo fabricante, menor será a resistência ao rolamento e o esforço do motor para empurrar o carro que passa a trabalhar em rotações mais baixas e diminui o gasto de combustível”, afirma Urnhani. “Uma pressão de 3 libras por polegada quadrada (lb/pol²) abaixo do recomendado pode aumentar o consumo de 1,5% até 3%, dependendo da medida dos pneus”. É como pedalar uma bicicleta com o pneus murchos, fica muito mais pesada e exige mais força das pernas.

A pressão correta dos pneus está indicada no Manual do Proprietário e na lateral da coluna B ou da porta dianteira. As informações também podem ser encontradas, em certos casos, na tampa do porta-luvas e na tampa do tanque de combustível. “A recomendação e calibrar os pneus a cada 15 dias e verificar o estepe a cada dois meses, lembrando que a calibragem deve ser feita somente com os pneus frios, pois o calor expande o ar e produz uma falsa medição”, diz o piloto de desenvolvimento. “A calibragem é tão importante que desde 2008 os carros nos Estados Unidos saem de fábrica com dispositivo de alerta de pressão baixa, que será obrigatório na Europa até 2012 e acredito que em breve vire regra também no Brasil”.

Evite carregar mais do que precisa. Para cada 45 quilos de peso extra, o consumo pode aumentar cerca de 4%. Leve no porta-malas e dentro do carro somente o necessário e caso o carro tenha bagageiro retire-o se não for usar, evitando que o arrasto aerodinâmico aumente o gasto de combustível.

Ao volante

Antes de acelerar é preciso entender as diferenças entre torque e potência. Toque é a força que faz o carro andar e potência é a velocidade com que ele anda. “Isso significa que no trânsito, para ganhar velocidade, o motorista deve utilizar o câmbio, ao invés de pisar fundo no acelerador”. Segundo Urnhani, o motorista deve fazer as trocas de marchas quando a rotação chegar aos 2.500 rpm, sem pisar mais no acelerador para fazer a mudança. “Se o carro passar dessa rotação já está gastando mais do que o necessário”. Andar com uma marcha alta em baixa velocidade também aumenta o consumo. “Se o motorista andar abaixo de 1.000 rpm, a injeção eletrônica ‘lê’ que o carro vai morrer e manda mais combustível para dentro do motor para que ele continue funcionando”.

Outra atitude eficiente é não andar em altas velocidades. “O motorista que está em uma rodovia a 120 km/h e acelera até chegar a 130 km/h, ganha apenas 10 km/h e perde 30% a mais de combustível”. Quanto maior a pisada no acelerador, maior a queima desnecessária. “Se o condutor vai de 100 km/h a 120 km/h ele gasta quase 50% a mais, por apenas 20 km/h”. De acordo com o piloto de desenvolvimento, os carros de um modo geral têm um consumo adequado até 90 km/h. “Se alguns minutos não vai fazer diferença, prefira andar em velocidades mais baixas, porque a força de resistência do ar aumenta de forma exponencial, exigindo muito mais do motor por um pequeno ganho de velocidade".

Andar em uma velocidade compatível com o trânsito também contribui para economia de combustível. “Acompanhar o ritmo do trânsito permite que o motorista aviste um sinal fechado à sua frente. Com isso, ele pode diminuir a velocidade gradativamente a tempo que o farol abra e não precise parar o carro completamente”, afirma. Segundo Urnhani, desta forma, o motorista também consegue visualizar veículos mais lentos e escolher outra faixa antes que tenha que frear e reduzir as marchas, diminuindo o anda e para e contribuindo também com o fluxo do trânsito. “Melhor que um dia sem carro, seria poder sair com o carro todo dia e dirigi-lo de forma eficiente”.

Fonte: G1

3out/092

Chega nos EUA o novo Golf GTI equivalente a R$ 41 mil

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A Volkswagen divulgou novas imagens do Novo Golf GTI que será vendido no mercado norte-americano. A versão esportiva do hatch será vendido nos EUA com o mesmo motor e visual da versão europeia. Por lá, o preço inicial do Golf GTI 2010 será 23.290 dólares, o que atualmente corresponde a R$ 41 mil.

Debaixo do capô, o Novo Golf GTI conta com um motor 2.0 litros de 16 válvulas Turbo com injeção direta de gasolina que entrega 200 cavalos de potência a 5.100 rpm. Equipado com o câmbio manual de seis velocidades, o o Golf GTI é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 6,8 segundos.

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A Volkswagen também oferecerá a opção de transmssão automática Direct Shift Gearbox (DSG ®) com seis velocidades e dupla embreagem. A lista de equipamentos básica é extensa, o que inclui itens como freios ABS com EBD, ASR, bloqueio eletrônico do diferencial EDL, mecanismo de frenagem de emergência EBA, monitoramento da pressão dos pneus entre outros. Ao todo são 40 elementos de segurança entregues de série.

Fonte: Virgula Uol

3out/090

O desabafo de Felipe Massa:”Atitude da Renault me roubou o título”

"Isso não está certo. Esse roubo mudou o campeonato. Perdi por um ponto. Não sou e nunca serei um piloto que lamenta e pensa 'eu poderia ter sido campeão'. Mesmo se agora, um ano depois, eles determinassem que fui campeão, eu não sairia por aí dizendo isso".

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Massa acredita que os responsáveis pela manipulação do resultado não foram suficientemente punidos. "Vi um caso de um juiz de futebol sendo pago para roubar um jogo, e todos os jogos que ele influenciou foram anulados. O time responsável foi relegado para a série B. Vi isso na Itália. A Juventus foi relegada há três anos porque subornou o juiz para roubar um jogo".

"Isso também aconteceu no Brasil, em vários lugares. Entretanto, conosco, tudo o que eles fizeram foi mandar (Flavio) Briatore para casa. Não consigo entender isso, e acho que o que aconteceu não está certo".

Comentando o incidente, Massa afirmou: "Foi uma atitude muito feia - uma equipe lhe dizendo que você precisa bater para ter seu contrato renovado. Um piloto que sabia que seria despedido. Nelsinho sabia disso. Creio que admitir um erro é bom, porque ele provavelmente contou a verdade. Não deveria ter esperado tanto tempo para revelar. Só fez isso porque foi despedido, isso não é legal".

"Ele está em uma posição muito difícil na Fórmula 1", disse Massa sobre Piquet. "Você pode ter certeza que se alguém de uma equipe disser 'vamos contratar Nelsinho', não vai ser bem visto. Acho que eu não faria isso. Teria de pensar profundamente na possibilidade e creio que não seria capaz de fazê-lo".

Fonte: Virgula Uol