Norte-americano ganha US$ 1 milhão jogando videogame
Um jovem norte-americano chamado Wade McGilberry, de 23 anos ganhou US$ 1 milhão jogando videogame! Você acha que foi fácil? Pelo contrário não foi não.Para faturar a bolada, o jovem levou uma hora e meia para zerar com perfeição o “Major league baseball 2K10”, game oficial da liga norte-americana de beisebol.
A produtora Take-Two ofereceu o prêmio de US$ 1 milhão para a primeira pessoa que conseguisse fazer “o jogo perfeito”. Wade comprou o título assim que foi lançado, à meia-noite de 2 de março, e foi para casa se divertir com o game recém-comprado. Na quarta ou quinta tentativa, conseguiu o que acreditava ser improvável: atingiu a perfeição.
“Na verdade, foi minha esposa que me convenceu a participar”, disse o vencedor do concurso “Jogo Perfeito”. “Nunca pensei que eu realmente pudesse ganhar US$ 1 milhão jogando videogame. A ficha ainda está caindo”, confessou.
Jason Argent, vice-presidente de marketing da 2K Sports, da Take-Two, disse que a companhia não sabe quantas vezes o feito foi atingido no videogame.
“Sabíamos que seria difícil, mas não impossível”, disse Argent, acrescentando que nem os próprios desenvolvedores do jogo foram capazes disso.
Em um jogo perfeito, nenhum rebatedor do outro time consegue pontuar ou chegar a uma base. Isso significa que ele não rebate, não anda e não chega à base, porque ele é atingido por um arremesso ou por qualquer outro motivo.
Na vida real, apenas 18 arremessadores conseguiram fazer jogos perfeitos na história da Major League Baseball, começando com Lee Richmond, em 1880, e terminando com Mark Buehrle, em 2009.
E até mesmo o novo milionário ainda não conseguiu repetir a façanha no mundo virtual, após ser o primeiro a concluir a partida com perfeição no “Major league baseball 2K10”.
Para o executivo, o concurso deu uma guinada nas vendas do novo game. McGilberry concorda. “Acho que a publicidade foi realmente boa. Eu não teria comprado o jogo se não fosse por isso”, admitiu o jogador milionário.
“O jogo em si foi fantástico. Estou contente por ter comprado o game de uma maneira ou outra – mas tenho que dizer que este é um bom retorno para o meu investimento”, brincou.
Fonte: Game Vicio
Um falso PlayStation 4 é posto á venda no Mercado Livre

Um vendedor colocou na internet um suposto PlayStation 4 que é comercializado no Mercado Livre: por 500 reais, comprador leva console inexistente.
“Um funcionário da Sony vendeu para a Tecnoplus um prototico do Playstation 4 e agora você tem a chance de ser o primeiro a jogar”, diz um anúncio brasileiro no Mercado Livre.
“Prototico?”, pergunta você, sábio leitor.Sem saber o que é isso, também não achamos nenhuma referência sobre o produto em um site chamado Tecnoplus. Nem mesmo ouvimos falar do jogo “Final Fantasy 14: The Emo World”, que acompanha o console e dois controles.
O anúncio, claro, é uma brincadeira - assim como a escrachada “Nave Invisível da Mulher Maravilha”, que fez sucesso há pouco tempo pelo Twitter.
Não muito sutil, a venda online do PlayStation 4 recebe uma montagem de um console futurista e algumas características de hardware, como um HD de 2000GB, uma GPU 8400GS 2GB DX10 e memória RAM 32GB DDR3 2000MHZ.
O vendedor, que aparece como morador do Acre, ainda diz que seu PlayStation 4 “sensível a quedas” lê e grava CD, DVD e Blu-Ray. Tudo por 500 reais.
Em tempo, antes que seja tarde: apesar de fazer mistério em relação a seus projetos e protótipos (isso, com “p”) de videogames, a Sony nunca fabricou um PlayStation 4.
O último lançamento da marca no setor foi um PlayStation 3 com HD maior, em 3 de novembro deste ano. Verdadeiro, o console tem preço de 350 dólares e vem com disco rígido de 250 gigabytes.
Fonte: Game Vicio
Ja tem Blu-ray player por menos de R$ 700

Galera uma ótima notícia pra quem está pensando em comprar um player de alta definição os preços estão descendo.Por conta da produção no Brasil estar começando a crescer,pelo aumento da procura nas lojas e principalmente com a chegada do Natal.Já é possível encontrar Blu-ray player à venda em lojas on-line por menos de R$ 700 (oficial, com nota e garantia, que fique claro). Tudo bem que ainda está limitado a um único fabricante, mas essas “promoções” costumam ter um efeito cascata: logo algum outro anuncia um novo corte, e é seguido por outro fabricante, que é seguido por outro…
Claro que ainda estamos longe dos preços praticados lá fora, a Toshiba, por exemplo, uma das últimas a se render ao formato, já tem um modelo sendo vendido por US$ 199,99. Mas se pensarmos que no início de 2008 esses players chegavam por aqui a R$ 3.000.
Fonte: Planet Tech
Dicas e noções para escolher um bom computador
Para se criar um PC é muito mais fácil e prático do que ficar adivinhando qual fabricante oferece a combinação de recursos ideal para satisfazer suas necessidades.Montar uma máquina por conta própria não tem segredos, e a tarefa pode durar menos de uma tarde uma vez que você tenha alguns dos principais ingredientes.
Assim como cozinhar, a preparação é crucial. A decisão mais importante que você vai tomar para seu PC customizado é qual motherboard comprar. Os preços e especificações variam absurdamente. E essa não é uma decisão que você pode tomar isoladamente, pois terá um impacto sobre quase todos os outros aspectos do sistema, desde a CPU até a capacidade de armazenamento.
Sob vários pontos de vista, a placa-mãe é o coração do computador moderno, uma vez que afeta quase todos os outros componentes. Escolher uma motherboard é uma tarefa bem complicada, pois você tem de sete a nove fatores diferentes para levar em conta, de importâncias variáveis.
Pense um pouco sobre como e para que você vai usar seu PC. Alguém que pretende utilizá-lo com um dispositio que exija uma porta serial vai se importar mais com os recursos periféricos do que o usuário comum, enquanto o gamer hard-core vai provavelmente focar em GPU, processador principal e chipset, com pouca ou nenhuma atenção aos periféricos.
Noção de Como escolher a CPU

Intel Core i7 920
versus

AMD Phenon II 940 X4
O processador principal (CPU), muito conhecido como cérebro do computador, é um dos recursos-chave (mas não é o recurso-chave) de um sistema moderno. Você tem muitas opções mais conhecidas para sua CPU. A Intel atualmente possui a linha de processadores com melhor desempenho, com o Core 2 Duo and the Core 2 Quad (que usa o soquete LGA775).
Como o próprio nome sugere, o Core 2 Duo é uma CPU que possui dois núcleos,; já o Core 2 Quad é um processador de quatro núcleos. A AMD usa os soquetes AM2 e AM2+ e oferece os processadores Phenom (quad-core ou triple-core) e o Athlon 64 (dual-core). Os produtos da AMD são confiáveis, mas geralmente fornecem performance inferior.
Uma terceira opção, menos conhecida, é a Via Technologies. Ela produz o processador de pouca potência C7, que é bem menos comum já que oferece substancialmente menos desempenho do que os Intel e AMD.
Nós recomendamos um Intel Core 2 Duo de 3 GHz, especificamente o E8400, a não ser que você use aplicativos (editor de vídeo, por exemplo) que funcionam melhor com um processador quad-core.
A não ser que você saiba o que está fazendo, evite recursos de overclocking. Pouquíssimos fabricantes de placa-mãe tentam destacar seus produtos por terem suporte para configuração de velocidades além da especificada.
Melhor Chipset

Se a CPU é o cérebro do PC, então o chipset é a espinha dorsal, responsável por conectar diversos componentes entre si no computador e transportar dados entre eles. O chipset determina que tipos de processador, memória e outros componentes podem ser usados. Desta forma, este componente pode influenciar fortemente a performance final do sistema.
O chipset é o componente mais importante da placa-mãe. Uma vez que motherboards que usam o mesmo chipset terão geralmente desempenho idêntico (impedindo erros graves de design). O que as diferencia, então, é a presença (ou ausência) de outros recursos, como slots para expansão, opções de armazenamento e outros chips separados que podem ser inclusos.
Os chipsets geralmente usam dois chips conhecidos como northbridge e southbridge. De uma forma geral, o northbrigde é responsável por lidar com aparelhos de alta performancem enquanto devices menos sensíveis tendem a se aglomerar no southbridge.
O northbridge tradicionalmente inclui controle de memória, além de gráficos integrados ou uma interface para gráficos separados. A AMD, contudo, tem o controle de memória integrado à CPU, e não pelo chipset.
O southbridge inclui rede, armazenamento, áudio, perfiéricos em geral e outros aparelhos. A imagem abaixo mostra um exemplo: o chipset Intel X48 com partição entre o northbridge (ou MCH) e o southbridge (ou ICH).
As principais alternativas para chipset são Intel, AMD e nVidia, apesar de aSis e a Via serem opções.
Dica: Primeiro escolha o chipset, depois a placa-mãe. Veja antes, qual jogo de chips vai funcionar com seu sistema e, somente após isso, compare as diferentes motherboards que tenham esse chipset.
Memoria RAM

Escolher memória para seu PC costuma ser uma decisão simples: é só pegar uma marca confiável que seja a mais barata possível (a não ser que você goste de fazer overclocking, mas isso é uma outra história). No entanto, diversos tipos de memória passaram por uma transição.
A maioria dos chipsets usam memória DDR2 a até 800 MHz (PC2 6400), mas os mais novos da Intel também podem utilizar DDR3.
Esse padrão oferece mais velocidade (1066 a 1600MHz), consome menos energia e tende a ganhar força nos próximos 12 meses, mas por enquanto ainda é mais caro.
Diferenciar uma placa DDR3 de uma DDR2 sem o manual ou a caixa não é muito fácil, uma vez que ambos os slots usam 240 pinos. A diferença é que a chave (um espaço entre os pinos) é mais perto do centro do DIMM (o módulo de memória) no DDR2, enquanto no DDR3 fica mais perto da extremidade do DIMM. Lembre-se: se o módulo da memória não se encaixa no slot, não force!
Um desktop moderno deve ter pelo menos 2GB de memória RAM, e possivelmente até 4GB para aplicativos mais exigentes (sem falar no Windows Vista).
Dica: Fique com memórias DDR2 a não ser que você precise mesmo de mais velocidade e desempenho.
Placa de Video(GPU)

A unidade de processamento gráfico, ou a GPU, é o terceiro componente mais importante de um sistema, logo depois da CPU e do chipset. As principais considerações para os gráficos são: custo, desempenho e possibilidade de upgrade.
A opção mais barata é um chipset com GPU integrado. Processador gráfico integrado (IGP, no jargão da indústria) serve para funcionalidades básicas em 2D e 3D e geralmente usam memória do sistema em vez de memória gráfica dedicada.
Todos os principais fabricantes (AMD, Intel, nVidia e VIA) oferecem gráficos integrados com alguns chipsets. Um IGP é um boa escolha para usuários interessados em poucos recursos multimídia, suítes de escritório e outras aplicações leves.
Gráficos integrados são o suficiente para cerca de 60% das pessoas, mas a tecnologia quase sempre carece da performance necessária para games. Para usuários que querem jogar em seus PCs, o próximo passo é uma placa-mãe com um slot PCI Express x16, que acomoda uma placa gráfica separada da ATI/AMD ou nVidia.
O PCI Express vem em dois tipos, Gen 1 e Gen 2. A diferença é que o slot Gen 2 funciona a 5GHz, o dobro da velocidade da geração antecessora. Essa distinção não importa particularmente para as atuais GPUs (ou a maioria dos outros periféricos), mas será pauta nos upgrades do futuro.
Para uma placa-mãe que você espera que dure mais do que a GPU que você vai conectar, escolher o slot PCI-E mais rápido faz mais sentido.
Se preço não for o problema, e seu objetivo for máximo desempenho para games, sua escolha será um pouco diferente: suporte para multi-GPU, que é um recurso genuinamente de ponta e não custa mais do que deve.
As únicas opções para GPUs múltiplas são SLI (para placas nVidia) ou CrossFire (para placas ATI). Como a nVidia é claramente a líder em desempenho, SLI é a melhor escolha por enquanto; mas repare que o SLI funciona apenas com chipsets da nVidia e placa-mãe Skulltrail, da Intel.
Uma preocupação à parte, mas relacionada, é a interface gráfica. Você tem três alternativas principais: VGA, DVI e HDMI.
O VGA é o conector tradicional analógico de monitor de 15 pinos , desenvolvido para telas CRT. DVI é o conector digital que visa especificamente o uso de monitores LCD. E HDMI é uma variante do DVI com a tecnologia DRM (digital rights management) necessários para tocar blu-ray e outras mídias em alta definição.
Dicas: evite SLI ou CrossFire a não ser que você realmente precise. Mesmo que você não queria gráficos dedicados, vale a pena ter uma porta PCI-E x16, pois não irá custar muito.
Placa de Som

Um som integrado vai satisfazer as necessidades todos menos dos usuários mais seletivos e dos entusiastas de áudio. O AC97 é um padrão antigo de áudio que foi substituído por áudio HD (ou “Azalia”).
Você realmente não tem motivo para ficar com o padrão antigo, apesar de que a nova tecnologia traz recompensas moderadas. Para os entusiastas do áudio dedicado, que podem se beneficiar de uma placa de som separada, um slot PCI-E extra é fácil de achar.
Armazenamento

Da mesma forma que a memória, a questão do armazenamento básico tende a ser relativamente simples, mas fica um pouco engenhosa com as várias opções e plataformas de transição.
Nos últimos anos, o armazenamento passou por uma transição do Parallel ATA para o Serial ATA (SATA) e daí para o 3-gbps SATA. SATA de 1.5-gbps contra de 3-gbps podem fazer um pouco de diferença no desempenho, mas principalmente em edição de vídeo e trabalhos com mídia pesada apenas.
A maioria dos discos rígidos usam SATA, enquanto DVD+/-RW mais antigos utilizam Parallel ATA. A maioria das placas-mãe suportam quatro ou mais portas SATA – até dez, o que é suficiente para grande parte dos usuários.
O eSata é um padrão relativamente novo para conectar drives externos via SATA em vez de FireWire ou USB. O eSata oferece performance melhor do que os outros dois, e também suporta recursos que dão confiabilidade e maneabilidade, como o SMART (Self Monitoring And Reporting Technology).
O eSATA não é nem de longe tão difundido quanto o USB 2.0, mas pensando no futuro, é provável que ele seja largamente adotado, e ele tem com certeza uma interface melhor.
A outra grande questão sobre armazenamento envolve o chamado RAID, que é padrão em várias placas-mãe modernas. Você pode usar RAID 0 ou 1 com dois discos rígidos; o primeiro aumenta o desempenho de leitura e gravação de dados, enquanto o segundo melhora a confiabilidade.
O RAID 5 requer ao menos três drives, e o RAID 6 (que na verdade serve ao meio corporativo) precisa de pelo menos quatro. A maioria dos sistemas simplesmente não precisa dessa quantidade de discos, ou seja, seis drives pode ser uma boa opção, mas raramente será pré-requisito.
Para edição de vídeo e outras tarefas em multimídia, os RAID básicos 0, 1 ou 5 dão conta do recado e até podem ser uma necessidade.
Rede
Rede com fio é muito simples, pois qualquer chipset terá pelo menos uma porta de ethernet gigabit integrada. Para a maioria dos casos, Wi-Fi não é uma necessidade em desktops, e a maioria das placas-mãe tendem a evitá-lo para cortar custos; é um recurso opcional.
Periféricos em geral
Em uma motherboard, os periféricos podem incluir USB 2.0, FireWire, PS/2, portas serial e paralela e disco flexível. Dessas opções, USB 2.0 é uma necessidade absoluta e o FireWire pode ser interessante, mas o resto com certeza está obsoleto, a não ser que você precise para usar em um aparelho específico
Form factor
o último aspecto a ser considerado numa placa-mãe é o form factor. Este é, no final das contas, uma escolha estética que o chassi do sistema vai determinar. A maioria das placas-mãe usa o form factor ATX, com o design microATX indo ao encontro das necessidades dos usuários. No entanto, algumas outras variantes (que não são o foco desta matéria) estão disponíveis para usuários com necessidades específicas.
Fonte: Game Vicio
Qual é a melhor: Honda CB 300R ou a Yamaha Fazer YS 250
Qual dessas duas máquinas é a melhor street de média cilindrada, a recém-lançada Honda CB 300R ou a veterana Yamaha YS 250 Fazer? Na hora da compra, outras dúvidas também habitam o imaginário dos motociclistas em ascensão: uma moto totalmente nova, com design arrojado e maior capacidade cúbica ou um modelo seguindo linhas tradicionais -- "moto com cara de moto" --, equipada com um pioneiro motor de 250cc injetado.

Para iniciarmos a comparação entre as motos, "escaneamos" os dois modelos para verificar suas diferenças visuais. De cara, a CB 300R apresenta um design mais jovial e inspirado nas naked de maior cilindrada (CB 600F Hornet e CB 1000R). Chama atenção a pequena carenagem que envolve o farol e, consequentemente, o painel de instrumentos com display digital e ponteiro para acompanhar as rotações do motor. Além disso, a rabeta é minimalista, mais afilada, com a lanterna embutida e alças em alumínio para o apoio do garupa.
Já a Fazer 250 tem farol sem moldura, velocímetro e conta-giros analógicos (dois mostradores com ponteiros) e um pequeno display de cristal líquido que informa o nível de combustível, além de hodômetro total e dois parciais. Na parte traseira, o grande destaque são os piscas integrados à lanterna. O conjunto oferece excelente visualização, principalmente na indicação das mudanças de direção. Desde o seu lançamento, em 2005, já foram produzidas 142.790 unidades da Fazer 250, fazendo dela um sucesso de vendas no Brasil e também no exterior, já que a Yamaha do Brasil é polo exportador da Fazer 250 para todo o mundo.
MOTOR
O modelo Honda está equipado com motor monocilíndrico, com duplo comando de válvulas no cabeçote (DOHC), com quatro válvulas e equipado com injeção eletrônica de combustível. Com 291,6 cm³ de capacidade cúbica, o propulsor gera 26,53 cv a 7.500 rpm de potência máxima e torque máximo de 2,81 kgfm a 6.000 rpm. Na cidade, o consumo de combustível gira na casa dos 25 km/l.
Já o propulsor da Fazer 250 tem 249 cm³, conta com comando de válvulas simples no cabeçote (OHC). Alimentado por injeção eletrônica, gera 21 cv de potência máxima a 8.000 rpm e 2,10 kgfm a 6.500 rpm de torque máximo. Mais econômica, a street da Yamaha faz cerca de 29 km/l na cidade.
No resumo da ópera, ambos os motores trabalham de forma linear e oferecem força em baixas e médias rotações -- neste quesito, há uma leve vantagem para a CB 300R, em função de seu torque maior atingido em uma rotação mais baixa. Porém, o propulsor da Fazer de comando simples vibra menos, é mais econômico e foi o primeiro a adotar a injeção eletrônica de combustível. Boas de curvas e de retas, os modelos alcançaram 130 km/h.
CICLÍSTICA E CONFORTO
Na parte ciclística, nenhuma novidade. A Honda utiliza garfo telescópico com 130 mm de curso e freio a disco simples de 276 mm de diâmetro e pinça de duplo pistão, na dianteira. Na traseira, suspensão monoamortecida com 105 mm de curso e freio a tambor.
Na moto Yamaha, garfo telescópico e, na traseira, monoamortecedor, ambos com 120 mm de curso. O curso igual entre as suspensões é uma marca registrada da família Fazer. A street da Yamaha está equipada com freio a disco simples dianteiro de 282 mm de diâmetro e pinça com dois pistões. Na traseira, o tradicional tambor de 130 mm.
Em relação à suspensão, a Fazer leva vantagem sobre a CB, já que na traseira tem 120 mm de curso, contra 105 mm da Honda. No geral, a CB 300R é mais firme, enquanto a Yamaha absorve com mais propriedade as imperfeições do solo. Com relação aos freios, em ambos os casos são eficientes e estão de acordo com a proposta urbana dos modelos.
Apesar da Fazer ser um projeto mais antigo, a moto é mais confortável que a recém-lançada CB 300R. O banco em dois níveis, o desenho do tanque e a posição das pedaleiras fazem o piloto se encaixar melhor na moto da Yamaha. No modelo da Honda, o corpo do motociclista fica projetado mais para frente.

Uma característica marcante destes modelos é sua agilidade, principalmente nas mudanças de direção. Em função de sua maior potência e torque, a CB 300R larga na frente quando a luz verde do semáforo se acende. Porém, a Fazer se destaca pelo maior ângulo de esterço.
Realmente é uma difícil escolha entre uma novidade (CB 300R) e um conjunto bastante equilibrado (Fazer 250). Para acirrar esta briga, esperamos que a Yamaha apresente logo uma Fazer 300, com design mais radical e com um motor que ofereça mais potência e torque. Como ainda não temos bola de cristal -- apesar de fotos de uma nova Fazer já circularem pela internet -- a moto da Yamaha ainda oferece bom custo benefício e maior economia. Além disso, na cidade de São Paulo (SP) a CB 300R é vendida acima da tabela a R$ 12.500, enquanto a Fazer 250 é comercializada por preço abaixo do valor estipulado: R$ 10.600. (por Aldo Tizzani)
Fonte: Uol






