Inacreditável! Garoto chinês e salvo depois de ficar pendurado do 8° andar pelas orelhas
Esse garoto chinês chamado Ming Ming ficou pendurado entre barras de ferro no oitavo andar de um prédio na cidade chinesa de Yichang, na província de Hubei. O garoto de seis anos foi salvo em uma operação dramática depois de ter ficado preso pelas orelhas. Ele provavelmente caiu quando procurava por seu avô, que cuidava dele e saiu para fazer compras. Ao ficar pendurado, ele começou a gritar, o que chamou a atenção dos passantes. Segundo os bombeiros, o resgate foi 'milagroso', porque ele poderia ter caído ou ficado sufocado.
Fonte: G1
‘Justiça começou a ser feita’ diz Geisy Arruda

O caso que repercutiu o Brasil todo e que causou muita polêmica ainda tem muita coisa a ser tratada e decidida.Geisy Arruda, afirmou que a "justiça começou a ser feita" ao deixar a sede da Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher, em São Bernardo do Campo, no ABC, na tarde desta quita-feira (26).
Acompanhada do advogado criminalista Marcelo Chilelli, ela chegou ao local por volta das 13h45 e saiu às 17h10. O depoimento de Geisy Arruda no inquérito que apura a humilhação sofrida por ela no campus da Uniban no dia 22 de outubro foi assistido pelo advogado da instituição de ensino, Vicente Cascione. Ao término do depoimento, a delegada Angela de Andrade Ferreira Ballarini não se pronunciou.
"Acredito que sim, que está começando a se fazer justiça. No depoimento, não falei nada diferente do que vocês (da imprensa) já sabiam, mas pude contar detalhes e apontar todos os envolvidos, para que os culpados sejam punidos. Vou lutar até o fim para isso", afimou.
Geisy, inclusive, confirmou uma informação dada momentos antes pelo advogado da Uniban, de que teria havido uma briga entre um aluno de sua turma com um segurança da universidade e que, este fato, teria contribuído para acirrar os ânimos dos demais estudantes que a hostilizaram.
"Houve uma discussão, sim. O segurança falou alto comigo e minha amiga me defendeu. Em seguida, eles bateram boca e o irmão dela também discutiu com o segurança. Com certeza, isso deu mais motivação para os outros alunos, que começaram a se pendurar nas paredes para ver o que estava acontecendo, a bater nas portas e paredes", relatou Geisy.
Para Cascione, o depoimento de Geisy isenta de qualquer tipo de culpa a instituição de ensino no episódio. "O depoimento dela é claríssimo no sentido de que não houve nem ação nem omissão por parte da Uniban", declarou. Segundo ele, as ofensas e hostilidade a Geisy só começaram depois da discussão na sala e quando ela saiu escoltada por policiais militares e de jaleco.
O inquérito apura sete crimes: difamação, injúria, ameaça, constrangimento ilegal, cárcere privado (a garota ficou em uma sala até a PM chegar), incitação ao crime e ato obsceno dos alunos. Colegas da estudante já prestaram depoimento na delegacia.
Caso
A confusão na universidade teve início após Geisy ir à aula com um vestido rosa curto. Vídeos foram colocados na internet, mostrando os alunos hostilizando e humilhando a garota. Ela só conseguiu deixar a universidade após a chegada da polícia, vestindo um jaleco comprido.
A universidade abriu uma sindicância interna para apurar o que ocorreu e acabou expulsando a jovem. Depois, voltou atrás e decidiu manter a aluna.
O caso repercutiu até na mídia internacional. Os jornais "The Guardian" e "New York Times" publicaram notas reproduzidas da agência Associated Press (AP) sobre o assunto. Nesta terça, a reportagem sobre o caso era a mais lida do site do "El País".
A jovem disse que desistiu de voltar a frequentar a Uniban por "não ter mais clima” para voltar ao campus. “Farei uns seis vestibulares para decidir o melhor."
Fonte: G1
Cuca tenta consolar torcedor após vexame
Infelizmente a invencibilidade do Fluminense foi embora após jogo dramático contra a LDU.A delegação do Fluminense passará toda a quinta-feira viajando de volta ao Brasil, mas no Rio de Janeiro os rivais não devem perdoar o sofrimento após os 5 a 1 na primeira partida da decisão da Copa Sul-Americana. E Cuca sabe disso.
Preocupado com o dia do torcedor tricolor, o treinador se mostra solidário e tenta ao menos encontrar explicações para a tragédia.
- Ficamos sentidos de saber que o torcedor vai ser chacoteado. Mas é da vida. Ninguém perdeu porque quis. A LDU mereceu, jogou melhor, estava descansada e é acostumada com a altitude. O primeiro gol foi irregular, com duas bolas em campo, falta invertida, e isso desconcentrou nossa equipe jovem. A Liga teve 10 oportunidades e fez cinco gols. Parabéns - disse o treinador.
Cuca evitou colocar a culpa da derrota na altitude de 2.850m de Quito. Entretanto, admitiu que a equipe sentiu o cansaço na etapa final.
- Não se justifica tomar os gols da maneira que tomamos. Se for falar da altitude, vamos tirar o mérito da LDU e não queremos isso. Mas é desigual. Troquei três jogadores e, pelo cansaço da equipe, poderia trocar mais.
Por fim, o comandante tricolor garantiu que não vai jogar a toalha antecipadamente e mostrou confiança na conquista do título.
- Tudo é possível na vida. Vamos lutar. Quarta que vem é o segundo tempo.
Na próxima quarta-feira, às 21h50m (de Brasília), no Maracanã, o Fluminense precisa vencer a LDU por quatro gols de diferença para levar a decisão da Copa Sul-Americana para a prorrogação. Se a diferença for de cinco gols, o título é tricolor.
Fonte: Globo Esporte




