Lipes Blog
22out/092

As despesas com o Enem já superam os R$ 130 milhões

enem2009_logo1111

Depois de toda a confusão que houve com o Enem 2009,e a preparação da nova prova,o governo avaliou os gastos no total de R$ 130 milhões.

Com a data marcada para ocorrer nos dias 5 e 6 de dezembro, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) terá um custo operacional de R$ 99,9 milhões. O contrato assinado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e pelo consórcio formado pela Fub/Cespe e Cesgranrio foi publicado na edição desta quinta-feira (22) do Diário Oficial da União. O valor confirma a previsão realizada pelo ministro Fernando Haddad, em 27 de agosto, para a primeira prova do Enem.

Realizada em caráter emergencial, a contratação do consórcio, que já atuou em outras edições do exame, foi realizada sem a realização de licitação. Segundo o extrato publicado pelo Inep, o consórcio será responsável pela "operacionalização de procedimentos relativos ao Enem 2009, conforme condições e especificações contidas no projeto básico". A portaria não apresenta detalhes sobre esse projeto básico

A contratação do consórcio foi ordenada pelo Ministério da Educação depois que a primeira prova do exame foi alvo de vazamento, no dia 1 de outubro. Com a contratação, as depesas do novo Enem já superam os R$ 130 milhões. A impressão da nova prova vai custar R$ 31, 9 milhões ao MEC. O contrato celebrado pelo Inep com a gráfica “RR Donnelly Moore” foi publicado no dia 14 deste mês no DOU.

Além da impressão das provas, a gráfica será responsável pelo manuseio, embalagem, rotulagem e entrega dos cadernos de provas do Enem aos Correios.

A contratação da nova gráfica não apresentou detalhes sobre possíveis procedimentos de segurança que terão de ser adotados pela empresa para evitar que um novo vazamento, como o ocorrido no dia 1º de outubro, volte a acontecer. A notícia de quebra do sigilo do exame fez com que o MEC cancelasse a prova.

Após a fraude, o MEC rompeu o contrato com o consórcio Connasel, responsável pela aplicação do primeiro exame. A empresa negou a existência de falhas na segurança. Investigação da Polícia Federal já levou ao indiciamento cinco suspeitos pelo delito.

A primeira licitação havia sido fechada em R$ 116 milhões. A parte de impressão das provas custaria R$ 30 milhões e a aplicação do exame R$ 86 milhões. Dados do ministério mostram que pelo menos R$ 35 milhões já haviam sido pagos. O novo contrato já é R$ 16 milhões mais caro que o primeiro. Uma investigação administrativa coordenada pelo Inep apura se o consórcio foi, de fato, responsável pelas falhas que levaram ao vazamento do exame. Caso o consórcio seja considerado culpado, o MEC irá pedir a devolução dos recursos já utilizados na impressão e logística da primeira prova.

Em audiência na Câmara e no Senado no dia 14 deste mês, Haddad revelou a descoberta de uma suposta falha na segurança do esquema armado para imprimir e distribuir a prova do primeiro exame. Na gráfica onde os cadernos de prova eram impressos, um galpão teria sido aberto, sem a autorização do MEC, para manuseio das provas. Teria sido nesse local que o vazamento teria ocorrido. Mantida em sigilo, a investigação ainda está em andamento no Inep.

O MEC, em parceria com a Polícia Federal, a Força Nacional de Segurança e os Correios, trabalha para elaborar uma nova estratégia de segurança para evitar outro boicote ao Enem. Esse planejamento é mantido em sigilo para evitar o comprometimento das operações. Os valores relativos à operação dos Correios ainda não foram divulgados.

Fonte: G1

4out/090

A Nasa recruta um novo astronauta: Buzz Lightyear

buzz-lightyear-20091004100305

A NASA vai explorar a imagem de Buzz Lightyear, o astronauta do desenho animado Toy Story, para incentivar as crianças a estudarem cursos ligados ao espaço.

Em parceria com a Disney, a NASA criou dois concursos para crianças americanas entre 6 e 12 anos. Em um deles, a criançada terá de contar como foi a aventura do boneco Buzz Lightyear na Estação Espacial Internacional, durante os 15 meses que ficou por lá, na companhia dos astronautas. E também criar uma aventura nova para o personagem.

O segundo desafio consiste na elaboração de experimentos científicos para serem realizados na Estação Espacial Internacional.

Os 12 experimentos mais interessantes, segundo uma comissão julgadora da NASA, serão feitos pelos astronautas, em suas missões no espaço.

Joyce Winterton, da área de educação da NASA, prevê que os dois concursos e mais alguns vídeos e games educativos – todos com Buzz Lightyear como personagem principal e astronauta da NASA – incentivem as crianças a desvendar os mistérios do espaço.

Apaixonadas, diz Joyce, as crianças podem sonhar em trabalhar com os astronautas e até ser um deles. “Com isso, elas estudam matemática, engenharia e tecnologia para, um dia, se candidatarem a uma vaga na NASA.”

Fonte:Info