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13jul/100

Shrek para Sempre estreia em 1° lugar no Brasil e supera Eclipse

Shrek para Sempre conseguiu ficar em 1° lugar no Brasil e acabou superando o tão aguardado e aclamado Eclipse (do público feminino).Incrível não?

Assim como nos EUA, também no Brasil um desenho animado desbancou “A Saga Crepúsculo: Eclipse” do 1º lugar das bilheterias. Lá, foi o bom “Meu Malvado Favorito”, aqui o fraco “Shrek para Sempre”. O quarto filme da franquia de animação foi visto por pouco mais de 1 milhão de espectadores e faturou R$ 11,2 milhões em seu fim de semana de estreia.

É a segunda maior bilheteria de estreia do ano no Brasil. O público, aparentemente, ignorou as críticas negativas e foi em peso com as crianças aos cinemas.

Apesar da queda, o terceiro filme da “Saga Crepúsculo” continua um fenômeno. Em 2º lugar, foi visto por 715 mil pessoas entre sexta-feira e domingo e já soma a audiência de 3.594 mil espectadores em apenas duas semanas de exibição.

Outro desenho, “Toy Story 3″, completa o pódio, em terceiro lugar. Juntos, os três filmes de maior público faturaram R$ 22 milhões no fim de semana e correspondem a 95% do total da bilheteria nacional do período.

Fonte: Pipoca Moderna

6mai/100

Norte-americano ganha US$ 1 milhão jogando videogame

Um jovem norte-americano chamado Wade McGilberry, de 23 anos ganhou US$ 1 milhão jogando videogame! Você acha que foi fácil? Pelo contrário não foi não.Para faturar a bolada, o jovem levou uma hora e meia para zerar com perfeição o “Major league baseball 2K10”, game oficial da liga norte-americana de beisebol.

A produtora Take-Two ofereceu o prêmio de US$ 1 milhão para a primeira pessoa que conseguisse fazer “o jogo perfeito”. Wade comprou o título assim que foi lançado, à meia-noite de 2 de março, e foi para casa se divertir com o game recém-comprado. Na quarta ou quinta tentativa, conseguiu o que acreditava ser improvável: atingiu a perfeição.

“Na verdade, foi minha esposa que me convenceu a participar”, disse o vencedor do concurso “Jogo Perfeito”. “Nunca pensei que eu realmente pudesse ganhar US$ 1 milhão jogando videogame. A ficha ainda está caindo”, confessou.

Jason Argent, vice-presidente de marketing da 2K Sports, da Take-Two, disse que a companhia não sabe quantas vezes o feito foi atingido no videogame.
“Sabíamos que seria difícil, mas não impossível”, disse Argent, acrescentando que nem os próprios desenvolvedores do jogo foram capazes disso.

Em um jogo perfeito, nenhum rebatedor do outro time consegue pontuar ou chegar a uma base. Isso significa que ele não rebate, não anda e não chega à base, porque ele é atingido por um arremesso ou por qualquer outro motivo.

Na vida real, apenas 18 arremessadores conseguiram fazer jogos perfeitos na história da Major League Baseball, começando com Lee Richmond, em 1880, e terminando com Mark Buehrle, em 2009.

E até mesmo o novo milionário ainda não conseguiu repetir a façanha no mundo virtual, após ser o primeiro a concluir a partida com perfeição no “Major league baseball 2K10”.

Para o executivo, o concurso deu uma guinada nas vendas do novo game. McGilberry concorda. “Acho que a publicidade foi realmente boa. Eu não teria comprado o jogo se não fosse por isso”, admitiu o jogador milionário.

“O jogo em si foi fantástico. Estou contente por ter comprado o game de uma maneira ou outra – mas tenho que dizer que este é um bom retorno para o meu investimento”, brincou.

Fonte: Game Vicio

23fev/100

Um nepalês de 62 centímetros quer título de menor homem do mundo

O título de menor homem do mundo agora pode ser desse nepalês que se chama Khagendra Thapa Magar de 17 anos, com pouco mais de 60 centímetros de altura, ele está mais que decidido de conquistar o reconhecimento e o registro no livro dos recordes (Guinness Book) que atualmente pertence ao chinês He Ping Ping, de 73 centímetros de altura.

Khagendra, que mede 62 centímetros e pesa cerca de cinco quilos, se reunirá no fim desta semana na Itália com representantes do livro dos recordes que irão verificar sua estatura como parte do procedimento para inserir seu nome no Guinness, explicou seu pai, Roop Bahadur Thapa Magar.A viagem de Khagendra, a primeira que realiza para fora de seu país, foi patrocinada por uma rede de televisão.

Há quatro anos, o jovem foi descoberto na cidade de Pokhara por Min Bahadur Pun, que criou uma fundação com o nome de Khagendra e o transformou em uma celebridade.Desde então, o jovem faz aparições em feiras e eventos em que os organizadores pagam pela sua presença.

"Pedimos à entrada dele no Guinness há alguns anos, mas fomos informados que para ser oficialmente reconhecido como o menor homem do mundo é preciso ter 18 anos", disse Pun, que acompanha Khagendra em sua viagem à Europa. Nascido em uma aldeia no distrito de Baglung, no oeste nepalês, Thapa Magar completará 18 anos em outubro.

"Ele pesava 600 gramas e cabia na palma da minha mão quando nasceu", relembrou a mãe, Dhan Maya, que teve o bebê ainda quando era adolescente.

Fonte: Virgula Uol

26nov/091

‘Justiça começou a ser feita’ diz Geisy Arruda

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O caso que repercutiu o Brasil todo e que causou muita polêmica ainda tem muita coisa a ser tratada e decidida.Geisy Arruda, afirmou que a "justiça começou a ser feita" ao deixar a sede da Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher, em São Bernardo do Campo, no ABC, na tarde desta quita-feira (26).

Acompanhada do advogado criminalista Marcelo Chilelli, ela chegou ao local por volta das 13h45 e saiu às 17h10. O depoimento de Geisy Arruda no inquérito que apura a humilhação sofrida por ela no campus da Uniban no dia 22 de outubro foi assistido pelo advogado da instituição de ensino, Vicente Cascione. Ao término do depoimento, a delegada Angela de Andrade Ferreira Ballarini não se pronunciou.

"Acredito que sim, que está começando a se fazer justiça. No depoimento, não falei nada diferente do que vocês (da imprensa) já sabiam, mas pude contar detalhes e apontar todos os envolvidos, para que os culpados sejam punidos. Vou lutar até o fim para isso", afimou.

Geisy, inclusive, confirmou uma informação dada momentos antes pelo advogado da Uniban, de que teria havido uma briga entre um aluno de sua turma com um segurança da universidade e que, este fato, teria contribuído para acirrar os ânimos dos demais estudantes que a hostilizaram.

"Houve uma discussão, sim. O segurança falou alto comigo e minha amiga me defendeu. Em seguida, eles bateram boca e o irmão dela também discutiu com o segurança. Com certeza, isso deu mais motivação para os outros alunos, que começaram a se pendurar nas paredes para ver o que estava acontecendo, a bater nas portas e paredes", relatou Geisy.

Para Cascione, o depoimento de Geisy isenta de qualquer tipo de culpa a instituição de ensino no episódio. "O depoimento dela é claríssimo no sentido de que não houve nem ação nem omissão por parte da Uniban", declarou. Segundo ele, as ofensas e hostilidade a Geisy só começaram depois da discussão na sala e quando ela saiu escoltada por policiais militares e de jaleco.

O inquérito apura sete crimes: difamação, injúria, ameaça, constrangimento ilegal, cárcere privado (a garota ficou em uma sala até a PM chegar), incitação ao crime e ato obsceno dos alunos. Colegas da estudante já prestaram depoimento na delegacia.

Caso

A confusão na universidade teve início após Geisy ir à aula com um vestido rosa curto. Vídeos foram colocados na internet, mostrando os alunos hostilizando e humilhando a garota. Ela só conseguiu deixar a universidade após a chegada da polícia, vestindo um jaleco comprido.

A universidade abriu uma sindicância interna para apurar o que ocorreu e acabou expulsando a jovem. Depois, voltou atrás e decidiu manter a aluna.

O caso repercutiu até na mídia internacional. Os jornais "The Guardian" e "New York Times" publicaram notas reproduzidas da agência Associated Press (AP) sobre o assunto. Nesta terça, a reportagem sobre o caso era a mais lida do site do "El País".

A jovem disse que desistiu de voltar a frequentar a Uniban por "não ter mais clima” para voltar ao campus. “Farei uns seis vestibulares para decidir o melhor."

Fonte: G1

9nov/090

O MEC diz que a UNIBAN tem dez dias para explicar a expulsão de Geisy Arruda

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Depois de toda a polêmica a respeito do vestido da aluna Geisy Arruda a Uniban decide expulsá-la da faculdade no sábado (7) após todo incidente que houve na instituição.O MEC (Ministério da Educação) deu um prazo de dez dias úteis para a Uniban dar explicações sobre a expulsão da estudante Geisy Arruda. A aluna de 20 anos virou assunto nacional depois de ter sido hostilizada e ameaçada por centenas de colegas na faculdade por conta de suas roupas e comportamento, considerados provocativos.

O ministério deve enviar a notificiação para a Uniban ainda esta semana. Se os argumentos da Uniban não forem satisfatórios, será aberto um processo de supervisão especial para ver se a aluna teve seu direito de defesa assegurado integralmente. A universidade pode ser recomendada a readmitir a aluna.

Um protesto contra a decisão da Uniban foi marcado para esta segunda, às 18 hs, pela UNE junto com movimentos sociais e sindicais. A manifestação será na frente da Uniban de São Bernardo do Campo.

Fonte: Virgula Uol

20out/090

Ronaldo revela: “Virei corintiano e vou terminar a carreira por aqui”

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Antes de completar um ano, o fenômeno acaba de declarar que faz parte da família do Corinthias,inclusive seu velho e conhecido amor pelo Flamengo. Nesta terça-feira, em entrevista coletiva no Parque São Jorge, o atacante disse que pendura as chuteiras no Timão e que será um eterno parceiro do clube paulista.

E todo esse amor recente do Fenômeno pelo Alvinegro é justificado; nasceu no final do ano passado, quando a diretoria corintiana apostou em seu futebol mesmo após 10 meses no estaleiro, em virtude de outra das graves lesões que sofreu no joelho.

Na época, o jogador recuperava-se fisicamente na Gávea e sempre dizia que gostaria de realizar o sonho de jogar em seu clube do coração, o Flamengo. Hoje, no entanto, isso definitivamente está no passado.

"O sonho que eu tinha acabou. O amor que eu sempre tive pelo Flamengo está completamente de lado agora. Sou corintiano e vou encerrar a minha carreira aqui", afirmou o, agora sim, mais novo louco do bando.

Ronaldo ainda aproveitou sua declaração de amor pelo Corinthians - "Quando você está no Pacaembu vê realmente o que é ser corintiano. Eles são incríveis"-, para, depois, cravar sua permanência para o ano do centenário da equipe, em 2010.

"O 'fico' eu já dei, agora estou só acertando os detalhes. Serei um eterno parceiro do Corinthians. Essa história vai continuar por muitos anos", disse o Fenômeno, que pretende ser uma espécie de embaixador da Fiel quando encerrar a carreira.

Como prova de seu mais novo amor pelo Alvinegro, Ronaldo comprou dois espaços na camisa promocional "O Timão é a sua cara" para seus filhos Ronald e Maria Sophia.

Quando a camisa será usada? Contra o Flamengo...

Fonte: Virgula Uol

10out/090

Estudantes de Bauru viram empresários com game de sustentabilidade

0,,26388745-FMMP,00111111Todos que conversam com Túlio Soria não imagina que o jovem de 22 anos já é um empresário de sucesso na indústria de videogames brasileira.Ao lado de mais dois colegas de faculdade, ele comanda seu próprio estúdio de desenvolvimento de jogos, lançou um game no exterior e produz um título exclusivo para o iPhone. Agora, ele se prepara para trazer ao Brasil a versão em português do principal título de sua produtora, “City rain”, jogo com foco na sustentabilidade que será lançado no SB Games, Simpósio Brasileiro de Jogos e Entretenimento Digital, que ocorre no Rio de Janeiro até este sábado (10).

O jogo é vendido por meio de download e custa US$ 9,95. Por enquanto, a versão é em inglês. O game em português estará disponível a partir de segunda-feira (12) pelo mesmo preço.

“City Rain”, um game com temática educacional, mistura dois jogos bastante conhecidos dos gamers: “Tetris” em “Sim city”. O primeiro é um game que tem como objetivo encaixar peças com formas geométricas variadas e formar linhas cheias para fazer com que elas sumam da tela. Foi criado pelo russo Alexey Pajitov em 1984. O segundo, desenvolvido pelo designer americano Will Wright em 1989, coloca o jogador no papel de prefeito de uma cidade.

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A mistura que originou “City rain” também exige que o jogador seja o prefeito de uma cidade, focando na criação de um ecossistema auto-sustentável. A diferença é que “peças” como casas, escolas, shoppings, aterros sanitários e indústrias caem do céu e é preciso pensar rápido para colocá-las no lugar certo sem prejudicar a natureza.

Longa história

0,,26367119-GDQ,0033333333 Até chegar a ser comercializado, o jogo criado por Túlio e mais dois amigos, Guilherme Camargo, 23 anos, e Rafael Fantini, 22 anos, hoje sócios da empresa Mother Gaia Studio, passou por um longo caminho. “A nossa intenção era desenvolver um projeto para ganhar notoriedade e dinheiro para abrir uma empresa própria”, explica Túlio. “A solução foi entrar em competições de desenvolvimento de jogos como a Imagine Cup”.

A competição anual de tecnologia é organizada pela Microsoft e premia os melhores projetos desenvolvidos por estudantes no mundo todo.
O grupo de estudantes da Unesp-Bauru foi o primeiro lugar na edição 2008 da Imagine Cup com o jogo “City rain”, embolsando US$ 25 mil. O dinheiro foi usado para montar a empresa na cidade e tornar o game um verdadeiro negócio. “Trabalhamos durante finais de semana e feriados para melhorar nosso jogo”, conta Túlio. “Durante quase um ano, ficamos encubados em outra empresa, a MStech, para aprender a lidar com questões empresariais. Em abril deste ano, fundamos nossa própria produtora”.

A parceria com um grande banco brasileiro deu ainda mais gás aos estudantes. Eles desenvolveram uma versão do título para o site do banco e um jogo para ensinar jovens a cuidar do seu dinheiro.

Com o investimento para melhorar “City rain”, o grupo viajou até São Francisco, nos Estados Unidos, para participar do Independent Game Festival, competição mundial de jogos independentes. Eles não venceram, mas conseguiram colocar seu jogo em um grande site de games internacional para ser vendido por meio de download. “O game ganhou destaque durante a competição, mas depois de um tempo as vendas caíram. Assim, procuramos apoio para fortalecer o marketing do ‘City rain’”, afirma Túlio. “Foi quando fechamos uma parceria com a empresa canadense Ovolo Corporation. Aí, tudo começou a melhorar”.

Em busca do sucesso

O negócio fechado em março deste ano transformou ‘City rain’ de um excelente jogo feito por universitários em um excelente game casual feito por uma grande empresa. A Ovolo mudou o logotipo de “City rain”, melhorou os gráficos do jogo, colocou trilha sonora feita por um profissional e criou uma história e missões entre as fases para cativar os jogadores.

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“Agora, você faz parte da corporação Rain que luta contra uma empresa rival que está poluindo o meio ambiente”, explica o jovem empresário. À venda desde o início do ano no site da Ovolo, ‘City rain’ alcançou boas vendas, embora a Mother Gaia não divulgue as informações. Entretanto, por ser em inglês, o sucesso se concentrou na América do Norte e na Europa.

O lançamento em português no SB Games ocorre em um momento que os jovens estudantes-empresários de Bauru analisam o mercado de games nacional. Entretanto, o evento não tem o apelo comercial desejado por eles. “Infelizmente, é o maior evento de videogames no Brasil. Ele é muito focado no desenvolvimento e pouco comercial. É difícil fechar negócios com alguma empresa lá”, lamenta Túlio. “Há, ainda, o problema da pirataria no país. Por isso, não estamos preocupados com as vendas aqui. Sabemos que muitos comprarão ‘City rain’, mas o jogo, certamente, será pirateado.” Infelizmente a pirataria acaba sendo um meio de divulgar um jogo no Brasil.

O estúdio Mother Gaia já trabalha com os olhos no futuro. Nas próximas semanas, eles lançarão “Sophie’s dreams” para o iPhone. O jogo do gênero de plataforma, aos moldes de “Super Mario bros.” coloca o jogador na pele de Sophie, que está perdida em um mundo de sonhos onde ela deve sair através de cartas que são encontradas nos cenários.

Há, também, outro projeto no qual os jovens de Bauru trabalham atualmente. Mas como uma grande produtora internacional de jogos (o Mother Gaia Studio conta com 12 profissionais no total), eles não revelam nada sobre o novo trabalho. “Revelaremos quando for comercialmente viável para nós”, diz Túlio.

Os jovens estão na etapa final da seleção da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Caso sejam os vencedores, ganharão um investimento de R$ 120 mil para continuar com o objetivo de sua empresa: fazer jogos educativos que ensinem. Assim, no ano letivo de 2010, poderemos ver ‘City rain’ sendo usado para ensinar alunos das escolas brasileiras a ter noções de sustentabilidade e cuidar da natureza.

Fonte: G1