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13dez/090

Mudança climática: Entenda os principais termos

Muita gente não sabe ainda quais são os verdadeiros fatores que levam o planeta ao aquecimento global então pensando nisso ta aqui 23 definições essenciais para você aprender sobre o assunto e ainda compreender os debates que estão acontecendo em Copenhague a respeito do clima, capital da Dinamarca, que seguem até o dia 18. A Conferência sobre Mudança Climática das Nações Unidas, conhecida por COP 15, reunio representantes de 193 países, entre os quais o Brasil. O objetivo é negociar medidas contra o desarranjo climático conhecido por aquecimento global - a alta anormal da temperatura causada pela emissão de gases de efeito estufa.

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C
Combustíveis fósseis
são combustíveis como o petróleo, o gás natural e o carvão mineral que são produzidos pela decomposição contínua de matéria orgânica animal e vegetal através de eras geológicas. A sua produção é extremamente lenta, muito mais lenta do que a taxa de consumo atual e, portanto, não são renováveis na escala de tempo humana.

CO2 equivalente (CO2e) – CO2e. ou CO2eq. significa “equivalente de dióxido de carbono”, uma medida internacionalmente padronizada de quantidade de gases de efeito estufa (GEE) como o dióxido de carbono (CO2) e o metano. A equivalência leva em conta o potencial de aquecimento global dos gases envolvidos e calcula quanto de CO2 seria emitido se todos os GEEs fossem emitidos como esse gás. As emissões são medidas em toneladas métricas de CO2e por ano, ou através de múltiplos como milhões de toneladas (MtCO2e) ou bilhões de toneladas (GtCO2e). O dióxido de carbono equivalente é o resultado da multiplicação das toneladas emitidas do GEE pelo seu potencial de aquecimento global. Por exemplo, o potencial de aquecimento global do gás metano é 21 vezes maior do que o potencial do CO2. Então, dizemos que o CO2 equivalente do metano é igual a 21.

D
Desmatamento –
é a remoção de florestas do solo. Os desmatamentos resultam na perda de um importante sumidouro para o dióxido de carbono, que são as florestas.

Desmatamento Evitado – é a redução na taxa de desmatamento de uma área, de modo que a taxa de desmatamento resultante seja menor do que num cenário sem intervenção para diminuir o processo de conversão da floresta.

Dióxido de carbono (CO2) – gás que ocorre naturalmente, representando aproximadamente 0,036% da atmosfera, emitido na queima de combustíveis fósseis e biomassa, nas mudanças de uso da terra e em outros processos industriais. É o principal gás de efeito estufa e é utilizado como referência perante os outros.

E
Efeito estufa –
é um fenômeno natural de retenção do calor (radiação infravermelha) emitido pela Terra, que, por sua vez, é resultado do aquecimento da superfície terrestre pela radiação solar. Este processo natural que fornece a temperatura necessária para o estabelecimento e sustento da vida na
Terra, é possível graças aos gases de efeito estufa cujas moléculas capturam calor na atmosfera terrestre.

Emissões – liberação de gases de efeito estufa na atmosfera numa área específica e num período determinado.

Emissões antrópicas – emissões produzidas como resultado da ação humana. Por exemplo, estão sendo lançadas grandes quantidades de gás carbônico na atmosfera por tais atividades como a queima de combustíveis fósseis, agricultura, fabricação de cimento etc.

Energia renovável – energia renovável é a energia derivada de fontes que não usam combustíveis esgotáveis (água - energia hidroelétrica; vento – energia eólica; sol - energia solar; marés e fontes geotérmicas). Alguns materiais combustíveis como biomassa, também podem ser considerados renováveis. Geralmente, a geração de energia renovável (com a exceção de geotérmica e hidrelétrica) não emite gases de efeito estufa.

Estoques de carbono – incluem o carbono armazenado em vegetação (sobre e debaixo do solo), matéria em decomposição no solo e produtos madeireiros.

G
Gases de efeito estufa (GEE) –
constituintes gasosos da atmosfera, naturais ou antrópicos, que absorvem e reemitem radiação infravermelha. Segundo o Protocolo de Quioto, são eles: dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O), hexafluoreto de enxofre (SF6), acompanhados por duas famílias de gases, hidrofluorcarbonos (HFCs), perfluorcarbonos (PFCs).

M
Mitigação –
Ações para reduzir as emissões de GEE e, consequentemente, os efeitos das mudanças climáticas.

Mudança climática – mudança que possa ser, direta ou indiretamente, atribuída à atividade humana, que altere a composição da atmosfera mundial e que se some àquela provocada pela variabilidade climática natural observada ao longo de períodos comparáveis.

P
Partes –
podem ser países isoladamente ou blocos econômicos, como por exemplo, a União Europeia.

Partes Anexo I – o Anexo I da UNFCCC é integrado pelas Partes signatárias da Convenção e pelos países industrializados da antiga União Soviética e do Leste Europeu. A divisão entre Partes Anexo I e Partes Não Anexo I tem como objetivo separar as partes segundo a responsabilidade pelo aumento da concentração atmosférica de gases de efeito estufa. As Partes Anexo I possuem metas de limitação ou redução de emissões.

Partes Não Anexo I – as Partes Não Anexo I são todas as Partes da UNFCCC não listadas no Anexo I, entre as quais o Brasil, que não possuem metas quantificadas de redução de emissões.

Permanência – o carbono armazenado por sequestro em um reservatório pode ser liberado novamente. Apenas reservatórios permanentes são aceitáveis para propósitos de política climática.

Primeiro Período de Compromisso – o primeiro período de compromisso refere-se ao período compreendido entre 2008 e 2012.

Protocolo – um protocolo está sempre ligado a uma convenção existente, mas é um acordo separado e adicional que deve ser assinado e ratificado pelas “Partes” signatárias à convenção. Os protocolos fortalecem uma convenção geralmente somando compromissos novos e mais detalhados.

Protocolo de Kyoto – instrumento jurídico internacional complementar e vinculado à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que traz elementos adicionais à Convenção. Entre as principais inovações estabelecidas pelo Protocolo, destacam-se os compromissos de limitação ou redução quantificada de emissões de gases de efeito estufa.

R
Ratificação –
depois de assinar um tratado internacional como a UNFCCC ou o Protocolo de Kyoto, um país tem que ratificar isso, frequentemente com a aprovação de seu parlamento ou outra legislatura. O instrumento de ratificação deve ser depositado com o curador (neste caso o Secretário-Geral da ONU) para começar a contagem de 90 dias a se tornar uma “Parte” integrante. Há limiares mínimos de ratificações para a entrada em partido de tratados internacionais.

Redd – Redução de Emissões oriundas de Desmatamento e Degradação florestal, segundo o conceito adotado pela Convenção de Clima da ONU, se refere à política que será definida durante a COP 15, na Dinamarca (em dezembro de 2009). Trata-se de uma política para incentivar os países em desenvolvimento a tomarem medidas para a conservação florestal, gestão sustentável das florestas, e redução de desmatamento e degradação, e que em conjunto, resultem incentivos positivos pelas reduções de emissão de carbono oriundas do desmatamento, desde que tais reduções sejam mensuráveis, verificáveis, quantificáveis e demonstráveis.

S
Sequestro de carbono –
captura de CO2 da atmosfera pela fotossíntese, também chamada fixação de carbono. Usa-se também a expressão Carbon Offset Projects para designar projetos de compensação de carbono.

Sumidouros – quaisquer processos, atividades ou mecanismos, incluindo a biomassa e, em especial, florestas e oceanos, que têm a propriedade de remover um gás de efeito estufa e aerossóis da atmosfera.

*Verbetes extraídos do livro “Perguntas e Respostas sobre o Aquecimento Global”, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), escrito por Erika de Paula Pedro Pinto, Paulo Moutinho, Liana Rodrigues, Flávia Gabriela Oyo França, Paula Franco Moreira e Laura Dietzsch

Fonte: G1

5dez/090

‘Não estou muito contente’ diz Cristiano Ronaldo que o aponta Brasil como favorito

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Realmente o grupo que o Brasil caiu é um dos mais competitivos da copa 2010,inclusive a maior estrela da seleção de Portugal, o atacante Cristiano Ronaldo não ficou satisfeito com o sorteio de grupos para a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. Companheiro de Kaká no Real Madrid, o jogador ressaltou a dificuldade do Grupo G, que reúne também Brasil, Costa do Marfim e Coreia do Norte.

- É um grupo muito complicado. Vai ser muito difícil, mas não importa, o sorteio foi este e não vale a pena nos queixar. O Brasil é a equipe mais forte. Eu não estou muito contente, mas é assim – disse o jogador.

Para Cristiano Ronaldo, Portugal terá que "dar o melhor" para passar de fase, pois a Costa do Marfim "é um adversário duro e a Coreia corre muito". A seleção fará sua estréia contra os africanos, e o atacante espera dificuldades.

- Devemos unir forças para tentar ganhar o primeiro jogo e entrar com o pé direito. Será complicado derrotar a Costa do Marfim, mas acho que é possível.

Fonte: Globo Esporte

5dez/090

‘É o grupo da morte’ analiza Kaká

Nesta sexta-feira o meia Kaká, da seleção brasileira e do Real Madrid,disse após o sorteio dos grupos da Copa do Mundo, que a chave do Brasil é a mais complicada do torneio.

- É o grupo mais difícil. É o grupo da morte. Vamos ter que chegar concentrados - afirmou o craque durante a entrevista coletiva em Madri.
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No entanto, o meia do Real Madrid não quis falar sobre um possível encontro com a Espanha, outro time que é apontado como favorito ao título ao lado do Brasil e pode ser o rival da equipe de Dunga pelas oitavas de final.

- Espero jogar contra a Espanha, mas depois. Eu acho que é uma equipe que pode vencer a Copa do Mundo, porque ela tem um grande jogo coletivo e também qualidade individual - disse Kaká.

Fonte: Globo Esporte

4dez/090

Seleção brasileira cai em grupo difícil na Copa junto com Portugal e Costa do Marfim

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É o nosso Brasil não deu muita sorte dos últimos mundiais e caiu em um dos grupos mais difíceis da Copa do Mundo de 2010. No sorteio, que aconteceu nesta sexta-feira, na Cidade do Cabo, na África do Sul, a seleção vai enfrentar na primeira fase Portugal, de Cristiano Ronaldo, a Costa do Marfim, de Didier Drogba, e a Coreia do Norte.

O sorteio começou bem para o time de Dunga, que caiu como cabeça de chave do Brasil do Grupo G, justamente o preferido pela comissão técnica. Desta forma, a seleção faria menos deslocamentos durante a Copa do Mundo e jogaria as duas primeiras partidas na capital, Joanesburgo. O primeiro país sorteado para o grupo brasileiro também agradou: a Coreia do Norte. Mas aí os ventos parecem ter mudado de lado. E levaram Costa do Marfim e Portugal para o lado da seleção.

O Brasil estreia na Copa do Mundo no dia 15 de junho, em Joanesburgo, contra a Coreia do Norte, no estádio Ellis Park, local em que a seleção conquistou a Copa das Confederações neste ano. No dia 20 de junho, o Brasil encara a Costa do Marfim, novamente em Joanesburgo, mas no estádio Soccer City. E encerra a participação na primeira fase no dia 25 de junho, contra Portugal, em Durban.

Dos adversários da primeira fase, a seleção já enfrentou em Copas do Mundo apenas Portugal. E a lembrança não é boa. Foi em 1966, quando o Brasil foi eliminado na primeira fase após perder por 3 a 1 para os portugueses. Curiosamente, Portugal conta com jogadores nascidos em terras brasileiras como o meia Deco, o zagueiro Pepe e o atacante Liedson.

Se ficar em primeiro lugar no Grupo G, o Brasil pode enfrentar Espanha, Itália, Argentina e Alemanha apenas na final se essas seleções também ficarem na liderança na primeira fase. E em um caminho mais fácil, o Brasil teria pela frente Chile ou Suíça nas oitavas, Holanda ou Paraguai nas quartas, França e Inglaterra na semifinal.

Quem também não deu sorte no sorteio foi o técnico brasileiro Carlos Alberto Parreira. No Grupo A, da África do Sul, caíram França, México e Uruguai. A abertura da Copa do Mundo de 2010 será África do Sul x México, no dia 11 de junho, em Joanesburgo.

Já a Argentina, de Maradona, caiu em um grupo razoável com Nigéria, Coreia do Sul e Grécia. Nossos rivais estreiam na Copa do Mundo contra a Nigéria, no dia 12 de junho.

Fonte: Globo Esporte

3dez/090

Líderes mundiais recebem críticas por ONGs ambientalistas

Os líderes mundiais estão deixando a desejar,o tempo passa e nenhuma medida de emergência e tomada para a prevenção de uma realidade que está crescendo a cada dia.As ONGs ambientalistas Greenpeace e TicTacTicTac (organização que nos Estados Unidos se chama TckTckTck) criaram outdoors que criticam a falta de ações mais concretas dos líderes mundiais contra o aquecimento global. Ao lado de fotomontagens com líderes como Barack Obama, presidente dos EUA, em 2020 (já com os cabelos brancos), o texto diz: "Desculpe, nós poderíamos ter impedido mudanças climáticas catastróficas... mas não impedimos".

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Brasil apresentou em 13 de novembro o compromisso voluntário de frear o crescimento das emissões de gás-estufa em 36,1% a 38,9% até 2020. A base de comparação é o que o país emitiria se nada fosse feito. Não há documento de acesso público explicando como se chegou ao intervalo. (Foto: Greenpeace)

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A Casa Branca anunciou que o presidente americano Barack Obama vai passar por Copenhague dia 9, próxima quarta-feira, a caminho de Oslo, onde vai receber o Nobel da paz. Ele declarou que vai defender redução de 17% das emissões de gás-estufa até 2020, sobre os níveis de 2005. Projeto de lei parado no Senado americano prevê corte de 20%. (Foto: Greenpeace)

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Presidente russo Dmitry Medvedev. País apresentou meta de corte de gases-estufa de até 25% em relação a 1990 (Foto: Greenpeace)

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Chefe de governo da Espanha, José Luis Rodríguez Zapatero. Cartazes foram espalhados pelo aeroporto de Copenhague. (Foto: Greenpeace)

Fonte: G1

23nov/092

Conheça mais sobre os carros híbridos

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Quem nunca sonhou em ter um desses,menos poluentes,menos barulho e muitas outras vantagens? É pessoal esses carros do futuro são bastante inovadores,eles ainda continuarão sendo feitos de metal,também aquele espaço para as compras no porta-malas e o abastecimento tanto no posto de combustível como numa tomada. Esse carro será mais eficiente e silencioso, e poluirá menos do que os modelos atuais. Esses carros híbridos, que combinam motor elétrico com outro a combustão, começaram a ser fabricados há cerca de dez anos, mas ainda estão longe de se tornar populares. Em países como os Estados Unidos, eles disputam o mercado com modelos de todas as categorias. Mas seu preço ainda é 30% mais alto que o dos veículos convencionais, o que limita seu comércio. Agora, uma nova onda de híbridos está a caminho e essa categoria de carros tende a se popularizar na próxima década.

Toyota Prius e Honda Insight são exemplos dessa realidade. Ambos já ultrapassaram a marca de 1 milhão de unidades vendidas ao redor do mundo. Além dos nipônicos, praticamente todas as grandes montadoras trabalham com modelos que combinam motores elétricos e a combustão. Chevrolet Volt, Ford Fusion, Peugeot Prologue, Renault Ondelios, Nissan Leaf e o futurista BMW Vision são apenas alguns exemplos de uma lista interminável de híbridos que estão ou que estarão rodando nas ruas em breve.

Nem a crise financeira atrapalha a tendência de crescimento dessa lista. Em agosto passado, o presidente Barack Obama liberou subsídios equivalentes a 2,4 bilhões de dólares para que Ford, GM, Chrysler e outras 45 companhias desenvolvam carros elétricos e baterias. A meta de Obama é ver 1 milhão de veículos híbridos nas ruas americanas até 2015. Em uma perspectiva mundial, nem será preciso esperar tanto. Em 2013 terão sido vendidos 4,5 milhões de carros híbridos, de acordo com a consultoria Free-donia Group. Boa parte dessa explosão de vendas acontecerá na China. O governo chinês pretende elevar a produção do país de 2,1 mil para 500 mil híbridos nos próximos três anos.

Outro impulso para a invasão dos híbridos é o aparecimento de novas montadoras, mais criativas e ágeis. Nos Estados Unidos, os destaques são os esportivos elétricos das novatas Fisker e Tesla, ambos com visual e desempenho comparáveis aos de Ferraris e Lamborghinis. Na China, oito montadoras já apresentaram protótipos de novos modelos híbridos.

Freada no desperdício

Apenas 30% da gasolina consumida por um carro convencional é realmente gasta na tarefa de fazê-lo se mover. Todo o restante da energia é dissipado na forma de calor gerado na combustão, pelo atrito da transmissão e pelo acionamento de equipamentos como bomba de combustível e ar-condicionado. São nesses 70% de desperdício que os híbridos podem fazer a diferença. Com um par de motores, esses carros usam a energia elétrica sempre que possível. O combustível passa a ser queimado de forma mais econômica e racional. A energia elétrica pode vir da força reconvertida durante a frenagem, do calor da combustão e até mesmo do impacto gerado pelos amortecedores.

Já comuns nos modelos híbridos, os freios regenerativos transformam a energia cinética do carro em eletricidade. O próprio motor elétrico reduz a velocidade do carro enquanto gera eletricidade. Todo o processo é gerenciado automaticamente por software. E outras soluções estão a caminho. A BMW já possui uma tecnologia para armazenar o calor gerado pela combustão e usá-lo como fonte de energia para os dispositivos elétricos dos seus carros.

Outro projeto nessa linha são os amortecedores inteligentes. Patenteado por especialistas da Tufts University, de Massachusetts, o sistema usa o sobe e desce das rodas para converter energia. A cada curva, quando os amortecedores usam força para empurrar o carro para cima, um pequeno gerador é acionado e depois transmite a energia a uma bateria. Quanto maior o peso do veículo, mais energia é gerada. Dessa forma, o sistema poderia aumentar a autonomia de ônibus, caminhonetes e caminhões híbridos.

A curva do preço

“É muito caro. Não existem tantos idiotas para comprar isso”, disse Johan de Nysschen, presidente da Audi dos Estados Unidos, ao ser questionado sobre as vendas dos carros híbridos. Por mais dura que seja a frase, ela tem um fundo de verdade. Afinal, quem pagaria mais por um carro simples do que por um modelo mais confortável? Para responder a essa pergunta, é preciso lembrar que o grande boom dos modelos elétricos foi impulsionado pela escalada nos preços do petróleo nos primeiros anos desta década. Na época, a preocupação ambiental somada ao preço do combustível forçou as empresas a apresentarem alternativas verdes ao consumidor. O resultado foram protótipos movidos a hidrogênio e carros 100% elétricos, que não decolaram e provavelmente não vão se tornar populares tão cedo. A indústria automotiva, escaldada pelas crises, decidiu ir numa direção mais sensata e mesclar a tecnologia já existente com as inovações da energia limpa.

Há, no entanto, outros problemas para encarar. Metade das reservas mundiais de lítio, metal que serve como base para as baterias da nova geração de carros, está concentrada na Bolívia. Lá, o presidente Evo Morales já disse que não vai facilitar a vida das multinacionais. Além disso, há um problema ambiental. Uma bateria de lítio tem vida útil estimada em dez anos ou 240 mil quilômetros rodados. Depois disso, apenas 50% do material pode ser reciclado. Todo o resto deve ser descartado e armazenado em condições especiais de segurança. É uma solução que, no longo prazo, pode fazer a fumaça dos escapamentos parecer inofensiva.

E o Brasil?

O Brasil ainda não tem as especificações para produzir ou importar os carros híbridos. O que existe é uma proposta técnica de homologação, em fase de estudo. Dos laboratórios nacionais, a única notícia boa é uma versão puramente elétrica do Palio Weekend, da Fiat, movida por uma bateria de cloreto de sódio (sal). O carro, no entanto, tem valor estimado três vezes maior que o original.

Fonte: Info

30out/090

A Nitendo sofre quedas de 43% nas vendas do Wii

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Com quedas de 43% a Nitendo sofreu nas vendas do Wii durante a primeira metade do ano fiscal, período que vai de abril de 2009 até março de 2010.

Segundo a companhia, de abril a setembro, foram comercializadas 5,75 milhões de unidades do videogame, o equivalente a 43% menos do que o registrado no mesmo período do ano passado. É esperado que sejam vendidas 20 milhões de unidades do console no ano fiscal, 6 milhões a menos do que o previsto anteriormente.

A fabricante japonesa diz que os principais fatores que causaram a queda nas vendas do aparelho foram a valorização do iene frente ao dólar e a falta de lançamentos de jogos relevantes.

Fonte: Game Vicio

22out/091

Windows 7: O que nós brasileiros não teremos

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Depois de tanta expectativa no Brasil a respeito do Windows 7 e seu lançamento,nós brasileiros nos deparamos com vantagens que infelizmente não estão disponíveis para a compra do produto no país,uma falta até de prestígio para com o povo brasileiro.

Windows 7 por 30 dólares: oferta para estudantes de vários países, mas não do Brasil

O Windows 7 chega carregado de elogios também no Brasil. Mas, nas opções de compra e nos preços, o brasileiro está em desvantagem

Pré-venda

A Microsoft vendeu um milhão de cópias do Windows 7 por preço promocional durante a fase de pré-lançamento. A edição Home Premium, por exemplo, custava 49 dólares nos Estados Unidos, o equivalente a 85 reais. Na Europa, o preço era 49 euros. Houve promoções similares em vários países, mas não no Brasil.

Estudantes

Nos Estados Unidos, estudantes podem comprar o Windows 7 Home Premium ou Professional pelo equivalente a 52 reais. Para isso, a exigência básica é ter um endereço de e-mail com terminação .edu. Essa oferta vale até 3 de janeiro. Há outras similares em países como Reino Unido, Austrália, Canadá, França, Alemanha, Coreia e México, mas não no Brasil. A Microsoft tem um programa de vendas a universidades aqui, mas ele é bastante mais restrito.

Preço de lista

Na China, o Windows 7 Home Basic custa o equivalente a 102 reais. No Brasil, o valor de lista é 329 reais, mais de três vezes o preço chinês. Além disso, qualquer que seja a edição do Windows 7, o preço brasileiro é sempre superior ao cobrado nos Estados Unidos.

PC + Desconto

Em 14 países, quem compra um computador com Windows 7 ganha um desconto para adquirir também uma cópia avulsa do sistema operacional. A idéia é que, se a pessoa tiver outro micro, ela use essa segunda cópia para atualizá-lo. Essa oferta vale até 2 de janeiro. Como você já deve ter imaginado, o Brasil não está entre esses 14 países.

Pacote familiar

O pacote com três licenças do Windows 7 Home Premium vai custar, nos Estados Unidos, o equivalente a 261 reais. Esse pacote existe também em outros países, mas não no Brasil, onde as mesmas três licenças custam 1.197 reais. Dá para comprar 12 licenças nos Estados Unidos e ainda sobra troco.

Anytime Upgrade

Essa opção, disponível em 13 países, permite passar de uma edição mais simples a uma mais completa por um preço reduzido. Alguém que tenha Windows 7 Starter nos Estados Unidos, por exemplo, pode mudar para o Home Premium pelo equivalente a 139 reais. O Brasil não está entre esses 13 países. Assim, um brasileiro que queira fazer o mesmo upgrade gastará 399 reais na cópia completa do Home Premium, quase três vezes mais.

Fonte: Game Vicio

2out/090

A melhor banda larga do mundo e da Coreia do Sul;Brasil fica em 45º

As universidades de Oxford e Oviedo trabalharam em uma pesquisa que foi divulgada dia 30 de Setembro apontando a Coreia do Sul como o país com a melhor banda larga do mundo.

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Ajudada por incentivos do governo, a nação se tornou líder no mundo de tecnologia da informação, de acordo com o estudo. Dos 66 países analisados, 62 melhoraram a qualidade dos serviços de internet rápida, de 2008 para cá.

Os nove países melhores colocados - Coreia do Sul, Japão, Suécia, Lituânia, Bulgária, Letônia, Holanda, Dinamarca e Romênia- já possuem banda larga com qualidade para o uso de novos aplicativos de internet, como TV de alta definição, que requer conexão rápida e de qualidade.

O Brasil aparece na 45ª posição no ranking, atrás de dois dos outros três países que compõem o grupo dos Bric: Rússia está em 18º lugar e China na 43ª colocação, enquanto a Índia ocupa a 63ª posição.

Fonte: Vírgula Uol