Professora universitária conhece um mendigo e após nove dias casa-se com ele
Na Inglaterra uma professora universitária resolveu dar uma viajada até os Estados Unidos para relaxar,nessa viagem ela acabou conhecendo um mendigo e após nove dias casou-se com ele,parece até uma história mais foi real.
Passados sete anos, Joanne St Clair a professora e Daniel Orlick o ex-medingo continuam juntos - e com um filho (o segundo está a caminho).
Os dois se conheceram na entrada de uma pousada em Venice Beach, onde Daniel havia trabalhado. O primeiro contato foi uma discussão sobre o desenho animado "Os Simpsons". Depois, o sem-teto cortejou a inglesa com algumas canções que ele mesmo compusera.
Daí para o casamento foi um pulo. Os dois se casaram em um tribunal de Los Angeles e tatuaram alianças no dedo anelar. A noite de núpcias foi passada na mesma pousada.
O casal vive na Inglaterra. Joanne atualmente é empresária do marido. Ela e Daniel administram uma gravadora independente.
"Por causa da forma como nos conhecemos, não há a expressão 'não pode' na nossa casa", disse a inglesa.
Fonte: O Globo
Porque alguns filmes fazem tanto sucesso e outros não?
Porque realmente alguns filmes conseguem ser verdadeiros sucessos enquanto outros não? A fórmula é simples, truques de edição.Quem garante é a equipe de pesquisa liderada por James Cutting da Universidade Cornell, em Nova York,segundo eles, nos últimos 70 anos, Hollywood vem seguindo um padrão no comprimento de suas cenas que ajuda a capturar a atenção dos espectadores.
Eles analisaram 150 sucessos lançados entre 1935 e 2005 e descobriram que muitos dos filmes modernos têm cenas de um mesmo comprimento que se repete em padrões pelo filme. Essa repetição imita o tempo de reação das pessoas – que tem um padrão conhecido como 1/f.
Isso se encaixa com as descobertas de um experimento da Universidade do Texas da década de 1990, que revelou que editar informações nesse tipo de padrão regular, repetitivo, captura nossa atenção.
A análise da equipe de Cornell revelou que nas últimas décadas as tomadas se tornaram cada vez mais similares em comprimento com suas vizinhas, se aproximando do 1/f. Embora isso ocorra em alguns filmes antigos, são os sucessos recentes que mais se encaixam na regra.
Filmes de ação são os que mais se aproximam do padrão, seguidos por aventuras, animações, comédias e dramas.
No entanto, alguns longas fogem da regra e se destacam tanto quanto os de ação. Entre os que mostraram chegar bem próximos do 1/f estão Mar em Fúria (2000), Uma Linda Mulher (1990), Juventude Transviada (1955), Cinderela (animação de 1950) e Os 39 Passos (1935).
Dois filmes da saga Star Wars se destacam por se encaixarem perfeitamente nesse cálculo: A Vingança dos Sith e o Império Contra-Ataca.
Fonte: Info
Pesquisas relacionadas ao cérebro em 2009
Foram tantas inovações que surgiram nesse ano a respeito do cérebro,transmissão de sinais via web, ressonâncias que lêem pensamentos e até técnicas para apagar o que você não quer da memória.
Em 2009, as pesquisas apontaram novos rumos para o controle cerebral – e também mostraram algumas curiosidades relacionadas ao funcionamento da mente. Reveja aqui seis matérias que deram o que falar no ano.
1)Cientistas conseguem apagar lembranças ruins Pesquisadores americanos descobriram uma maneira de bloquear lembranças que causam medo, abrindo caminho a novos tratamentos para stress.
2) Voluntários digitam com o poder da mente Ondas cerebrais conseguem digitar letras em número em computador da Mayo Clinic, nos Estados Unidos.
3)Estar em forma ajuda a ter QI mais alto Jovens adultos que estão em forma têm QI mais alto e maior probabilidade de ir à universidade. A afirmação faz parte da conclusão de um estudo realizado com 1,2 milhões de homens suíços
4) Homem amnésia tem cérebro dissecado na web Um dos cérebros mais famosos do mundo está passando por um processo de dissecação e mapeamento, com imagens transmitidas via internet.
5) Sinal telepático é transmitido via internet Pesquisadores da Universidade de Southampton afirmam que é possível fazer duas pessoas se comunicarem pelo poder da mente.
6) Ressonância magnética adivinha pensamentos Pesquisadores dos Estados Unidos estão investindo em uma técnica de observação do cérebro conhecida como ressonância magnética funcional de memória que, até agora, mostrou resultados promissores.
Fonte:Info
‘Justiça começou a ser feita’ diz Geisy Arruda

O caso que repercutiu o Brasil todo e que causou muita polêmica ainda tem muita coisa a ser tratada e decidida.Geisy Arruda, afirmou que a "justiça começou a ser feita" ao deixar a sede da Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher, em São Bernardo do Campo, no ABC, na tarde desta quita-feira (26).
Acompanhada do advogado criminalista Marcelo Chilelli, ela chegou ao local por volta das 13h45 e saiu às 17h10. O depoimento de Geisy Arruda no inquérito que apura a humilhação sofrida por ela no campus da Uniban no dia 22 de outubro foi assistido pelo advogado da instituição de ensino, Vicente Cascione. Ao término do depoimento, a delegada Angela de Andrade Ferreira Ballarini não se pronunciou.
"Acredito que sim, que está começando a se fazer justiça. No depoimento, não falei nada diferente do que vocês (da imprensa) já sabiam, mas pude contar detalhes e apontar todos os envolvidos, para que os culpados sejam punidos. Vou lutar até o fim para isso", afimou.
Geisy, inclusive, confirmou uma informação dada momentos antes pelo advogado da Uniban, de que teria havido uma briga entre um aluno de sua turma com um segurança da universidade e que, este fato, teria contribuído para acirrar os ânimos dos demais estudantes que a hostilizaram.
"Houve uma discussão, sim. O segurança falou alto comigo e minha amiga me defendeu. Em seguida, eles bateram boca e o irmão dela também discutiu com o segurança. Com certeza, isso deu mais motivação para os outros alunos, que começaram a se pendurar nas paredes para ver o que estava acontecendo, a bater nas portas e paredes", relatou Geisy.
Para Cascione, o depoimento de Geisy isenta de qualquer tipo de culpa a instituição de ensino no episódio. "O depoimento dela é claríssimo no sentido de que não houve nem ação nem omissão por parte da Uniban", declarou. Segundo ele, as ofensas e hostilidade a Geisy só começaram depois da discussão na sala e quando ela saiu escoltada por policiais militares e de jaleco.
O inquérito apura sete crimes: difamação, injúria, ameaça, constrangimento ilegal, cárcere privado (a garota ficou em uma sala até a PM chegar), incitação ao crime e ato obsceno dos alunos. Colegas da estudante já prestaram depoimento na delegacia.
Caso
A confusão na universidade teve início após Geisy ir à aula com um vestido rosa curto. Vídeos foram colocados na internet, mostrando os alunos hostilizando e humilhando a garota. Ela só conseguiu deixar a universidade após a chegada da polícia, vestindo um jaleco comprido.
A universidade abriu uma sindicância interna para apurar o que ocorreu e acabou expulsando a jovem. Depois, voltou atrás e decidiu manter a aluna.
O caso repercutiu até na mídia internacional. Os jornais "The Guardian" e "New York Times" publicaram notas reproduzidas da agência Associated Press (AP) sobre o assunto. Nesta terça, a reportagem sobre o caso era a mais lida do site do "El País".
A jovem disse que desistiu de voltar a frequentar a Uniban por "não ter mais clima” para voltar ao campus. “Farei uns seis vestibulares para decidir o melhor."
Fonte: G1
A UNIBAN decidiu voltar atrás e não expulsar a estudante Geisy Arruda

Logo no início da noite de segunda-feira (9),três dias após decidir pela expulsão da estudante de turismo Geisy Arruda, de 20 anos, a Uniban recuou e resolveu aceitar que ela volte a frequentar a universidade.
A informação, confirmada pelo assessor jurídico da universidade, Décio Lecioni Machado - hostilizada no dia 22 de outubro por ter ido à aula com um vestido curto - ter informado à imprensa que procuraria a Justiça nesta terça (10) para pedir o retorno da jovem à sala de aula.
Em nota à imprensa (veja a íntegra no fim da página), a Uniban informou que, “de acordo com o artigo 17, incisos IX e XI de seu regimento interno, revoga a decisão do Conselho Universitário (Consu) proferida no último dia 6 sobre o episódio do dia 22 de outubro em seu campus em São Bernardo do Campo. Com isso, o reitor dará melhor encaminhamento à decisão”.
A expulsão se tornou pública após a instituição veicular anúncio publicitário nos jornais deste domingo (8).
Logo após saber da nova posição da instituição particular de ensino, o G1 entrou em contato com Nehemias de Melo, que defende Geisy. O advogado informou que não havia sido informado oficialmente sobre a volta da aluna de turismo. "Eles devem ter parado para refletir", comentou. Em entrevista coletiva na tarde desta segunda, Geisy informou que quer concluir o semestre na Uniban, mas pretende mudar de faculdade ano que vem.
O Ministério Público Federal de São Paulo anunciou que instaurou um inquérito civil público para apurar a sindicância feita pela Uniban que havia resultado na expulsão de Geisy, que cursava turismo no campus de São Bernardo, ABC, desde fevereiro. Segundo órgão, o inquérito pretendia averiguar se a aluna teve o direito de defesa respeitado.
A expulsão se tornou pública após a instituição veicular anúncio publicitário nos jornais deste domingo (8) e alegar que a jovem cometeu “flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade”.
A jovem foi humilhada e agredida verbalmente pelos estudantes da Uniban por ter ido à universidade usando roupa curta. Geisy precisou ser escoltada pela polícia e deixou a universidade em meio a xingamentos.
Procon
Ainda nesta segunda-feira, a Fundação Procon-SP instaurou um procedimento administrativo para averiguar a conduta da Universidade Bandeirante (Uniban) ao expulsar a estudante. Em comunicado, o Procon-SP afirmou que, “na qualidade de órgão de defesa do consumidor, entende ser de fundamental importância verificar de que forma a Uniban, prestadora de serviços educacionais, pautou a sua decisão de quebrar o contrato com a aluna e consumidora de forma unilateral”.
Antes de saber que a Uniban voltou atrás, o Procon-SP adiantou que a universidade seria chamada para prestar esclarecimentos e que o órgão irá analisar os fatos e, posteriormente, “adotar as medidas pertinentes de acordo com o que estabelece o Código de Defesa do Consumidor”. Se for constatada alguma irregularidade nesta quebra de contrato, a Uniban poderá ser multada. De acordo com o código, a multa mínima é de R$ 212,88 e pode passar dos R$ 3 milhões.
OAB-SP
A Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo (OAB-SP) também divulgou nota nesta segunda-feira repudiando a decisão da Uniban em expulsar a estudante, qualificando a atitude como “forma de intolerância”.
No documento, a OAB-SP diz esperar “um amplo debate sobre a questão com a participação das partes, apuração isenta dos fatos e a fixação de regras claras que não deixem, no futuro, margem para incentivar novos atos de violência ou qualquer preconceito”.
Veja íntegra da nota da Uniban:
"O Reitor da Universidade Bandeirante – UNIBAN BRASIL, de acordo com o
artigo 17, incisos IX e XI, de seu Regimento Interno, revoga a decisão do
Conselho Universitário (CONSU) proferida no último dia 6 sobre o episódio
do dia 22 de outubro, em seu campus em São Bernardo do Campo. Com
isso, o reitor dará melhor encaminhamento à decisão".
Universidade Bandeirante – UNIBAN BRASIL
Fonte: G1
As despesas com o Enem já superam os R$ 130 milhões

Depois de toda a confusão que houve com o Enem 2009,e a preparação da nova prova,o governo avaliou os gastos no total de R$ 130 milhões.
Com a data marcada para ocorrer nos dias 5 e 6 de dezembro, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) terá um custo operacional de R$ 99,9 milhões. O contrato assinado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e pelo consórcio formado pela Fub/Cespe e Cesgranrio foi publicado na edição desta quinta-feira (22) do Diário Oficial da União. O valor confirma a previsão realizada pelo ministro Fernando Haddad, em 27 de agosto, para a primeira prova do Enem.
Realizada em caráter emergencial, a contratação do consórcio, que já atuou em outras edições do exame, foi realizada sem a realização de licitação. Segundo o extrato publicado pelo Inep, o consórcio será responsável pela "operacionalização de procedimentos relativos ao Enem 2009, conforme condições e especificações contidas no projeto básico". A portaria não apresenta detalhes sobre esse projeto básico
A contratação do consórcio foi ordenada pelo Ministério da Educação depois que a primeira prova do exame foi alvo de vazamento, no dia 1 de outubro. Com a contratação, as depesas do novo Enem já superam os R$ 130 milhões. A impressão da nova prova vai custar R$ 31, 9 milhões ao MEC. O contrato celebrado pelo Inep com a gráfica “RR Donnelly Moore” foi publicado no dia 14 deste mês no DOU.
Além da impressão das provas, a gráfica será responsável pelo manuseio, embalagem, rotulagem e entrega dos cadernos de provas do Enem aos Correios.
A contratação da nova gráfica não apresentou detalhes sobre possíveis procedimentos de segurança que terão de ser adotados pela empresa para evitar que um novo vazamento, como o ocorrido no dia 1º de outubro, volte a acontecer. A notícia de quebra do sigilo do exame fez com que o MEC cancelasse a prova.
Após a fraude, o MEC rompeu o contrato com o consórcio Connasel, responsável pela aplicação do primeiro exame. A empresa negou a existência de falhas na segurança. Investigação da Polícia Federal já levou ao indiciamento cinco suspeitos pelo delito.
A primeira licitação havia sido fechada em R$ 116 milhões. A parte de impressão das provas custaria R$ 30 milhões e a aplicação do exame R$ 86 milhões. Dados do ministério mostram que pelo menos R$ 35 milhões já haviam sido pagos. O novo contrato já é R$ 16 milhões mais caro que o primeiro. Uma investigação administrativa coordenada pelo Inep apura se o consórcio foi, de fato, responsável pelas falhas que levaram ao vazamento do exame. Caso o consórcio seja considerado culpado, o MEC irá pedir a devolução dos recursos já utilizados na impressão e logística da primeira prova.
Em audiência na Câmara e no Senado no dia 14 deste mês, Haddad revelou a descoberta de uma suposta falha na segurança do esquema armado para imprimir e distribuir a prova do primeiro exame. Na gráfica onde os cadernos de prova eram impressos, um galpão teria sido aberto, sem a autorização do MEC, para manuseio das provas. Teria sido nesse local que o vazamento teria ocorrido. Mantida em sigilo, a investigação ainda está em andamento no Inep.
O MEC, em parceria com a Polícia Federal, a Força Nacional de Segurança e os Correios, trabalha para elaborar uma nova estratégia de segurança para evitar outro boicote ao Enem. Esse planejamento é mantido em sigilo para evitar o comprometimento das operações. Os valores relativos à operação dos Correios ainda não foram divulgados.
Fonte: G1
Com prejuízo do Enem daria pro MEC comprar mais de 6 milhões de livros didáticos
Com o prejuízo provocado pelo vazamento da prova do Enem 2009, o MEC (Ministério da Educação) poderia adquirir mais de 6 milhões de livros didáticos pelo Programa Nacional do Livro Didático.

Os custos de impressão dos mais de 4 milhões de jogos de provas - que serão descartados depois que a fraude foi descoberta - foram estimados em R$ 30 milhões pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, nesta quinta-feira (1º).
De acordo com Haddad, a pasta ainda não sabe se o prejuízo será arcado pelo governo ou pelo consórcio que opera a aplicação. "Nós estamos neste momento cuidando de duas questões: da realização do Enem e da apuração da responsabilidade. A partir da tarde, vamos nos debruçar sobre questões jurídicas", afirmou.
O UOL fez um levantamento para tentar dimensionar o tamanho do prejuízo dos cofres públicos. Veja em que itens da educação essa verba poderia ser investida:
6 milhões de livros didáticos
Com os R$ 30 milhões referentes aos custos de impressão do Enem, seria possível comprar mais de 6 milhões de livros didáticos.
O custo médio por exemplar é de R$ 4,87 no Programa Nacional do Livro Didático do MEC. Esse foi o valor negociado pelo programa para os títulos do ensino fundamental de 2010. A União vai pagar R$ 504.994.676,54 por 103.581.176 livros adquiridos.
Manutenção de 19 mil alunos do ensino médio por um ano
Os custos de R$ 30 milhões referentes à impressão da prova do Enem 2009 seriam suficientes para manter 19.083 alunos do ensino médio por aproximadamente um ano.
Segundo os dados mais recentes do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira), de 2007, o custo anual estimado por um aluno do ensino médio é de R$ 1.572. Esta estimativa refere-se aos gastos consolidados do Governo Federal, dos Estados e do Distrito Federal e dos municípios.
Se o cálculo for feito baseado em um estudante da educação terciária - graduação e pós-graduação - cujo custo é de R$ 12.322, seria possível manter 2.434 alunos por um ano com os tais R$ 30 milhões.
205 ônibus de transporte escolar
Esse montante também seria possível adquirir 205 veículos para levar e trazer estudantes. A estimativa foi feita com base nos valores do programa Ônibus Escolar, lançado pelo governo do Estado de São Paulo na terça-feira (29).
Foram gastos mais de R$ 94 milhões na aquisição de 645 ônibus (custo unitário de aproximadamente R$ 145.736) que serão cedidos em regime de comodato para auxílio no transporte de alunos das redes estadual e municipal de ensino.
7 milhões de meias-entradas de cinema
Segundo a Ancine (Agência Nacional de Cinema), o preço médio do ingresso de cinema no primeiro semestre de 2009 ficou em R$ 8,56, consequentemente, a meia-entrada para estudantes ficou em torno de R$ 4,28.
Com R$ 30 milhões seria possível comprar mais de 7 milhões de meias-entradas para o cinema a estudantes brasileiros.
Fonte: Uol







